Effective Executive – Parte 1

Effective Executive - Parte 1

Peter F. Drucker é considerado o fundador da Administração como disciplina. E escreveu ideias que acompanham e norteiam muito do que faço.
Todas as vezes que alguém diz que o professor x é bom porque é carismático, fala bem, showman, ao invés de analisar o trabalho dele, lembro-me de Drucker e seu exemplo de Harry Truman.
Todas as vezes que vejo alguém que fica o dia inteiro em reuniões e resolvendo problemas, ao invés de gastar tempo em oportunidades (que vão resolver efetivamente os problemas), lembro-me de Drucker.
Todas as vezes que participo de reuniões inúteis que só gastam o tempo das pessoas, lembro-me dos conselhos de Drucker.
Todas as vezes que um pessoa critica outra pelos seus pontos fracos (que todos vão ter algum), ao invés de descobrir e explorar os pontos fortes, lembro-me de Drucker.
Todas as vezes que alguém fala que “em time que está ganhando não se mexe”, acomodado, lembro-me de Drucker.

Esta série de posts é em homenagem ao Gigante da Administração.

Effective Executive – Parte 2

Effective Executive - Parte 2

Eficácia: saber o que deve ser feito
Eficiente: fazer muito bem alguma coisa

É melhor ser eficaz ou eficiente?
A resposta de Drucker é que é melhor ser eficaz. Saber qual a meta real a ser atingida, qual a verdadeira resposta por trás da pergunta.
Uma secretária que digita bem é eficiente no que faz. Mas não é eficaz, se não souber o que escrever.
Computadores são extremamente eficientes. Não erram, são velozes, não reclamam, trabalham sem parar. Mas não são nada eficazes. Não sabem o que devem fazer. Somente os humanos são eficazes para fazer o computador eficiente trabalhar.

Effective Executive – Parte 3

Effective Executive - Parte 3

O que deve ser feito?

 

As duas primeiras perguntas são simples e profundas.

O que deve ser feito?

Pode parecer uma pergunta óbvia.
Mas, se a pergunta é óbvia, por que tão poucos a seguem?

Conheci uma pessoa que fazia o que o chefe mandava. Obedecia as ordens e ponto final. Uma vez, vi um erro no trabalho, e falei que obviamente, deveria ser corrigido. A resposta foi que não, que o chefe dela já tinha revisado e aprovado, que não iria corrigir. Tomei a liberdade de falar direto com o chefe, resolvi o problema e fechei a questão. Sem estresse, sem nada.

Muita gente é assim: faz o que mandam e não o que deve ser feito. Ou postergam ações por medo de alguma coisa. Mas se algo deve ser feito, que seja feito o mais rápido possível, sem delongas que só vão piorar as coisas.

 

 

Effective Executive – Parte 4

Effective Executive - Parte 4

O que é o correto a ser feito para a empresa?

Outra segunda pergunta simples, mas profunda, é “O que é o correto?”

Correto para a empresa, não para mim. Não para os acionistas. Não para os funcionários.

É um chavão dizer que o objetivo é remunerar o acionista. Mas isto é relativamente simples. Se fosse esse mesmo o objetivo, bastaria maximizar tudo quanto é receita de curto prazo, em detrimento da sobrevivência da empresa. O acionista é remunerado, vende a ação, e vai embora. A empresa quebra.

Embora a pergunta seja simples, a resposta pode ser difícil. A maioria das pessoas nem chegam a se questionar, diante de alguma dúvida, qual a coisa certa a fazer.

Além da resposta ser difícil, ela pode implicar em confrontar pessoas, ou assumir erros, ou fazer coisas que nunca foram feitas.

Mas lembro-me de outra frase de P. Drucker que me motiva muito: “o administrador não pode ter medo”.

Effective Executive – Parte 5

Effective Executive - Parte 5

Plano de Ação, pensado em detalhes, mas que deve ser revisado à luz de novas informações.

A grande maioria das pessoas reclama mais do que faz alguma coisa para mudar. Preferem ficar na confortável zona de proteção a dar a cara a tapa.

O plano de ação é um plano para guiar as ações. Não para ficar guardado numa gaveta, ou a ser entregue por uma consultoria para cumprir tabela.

Effective Executive – Parte 6

Effective Executive - Parte 6

Reuniões produtivas.
Ou você se reúne ou você trabalha.

Que tal recusar reuniões que não lhe dizem respeito? E usar este tempo para fazer algo eficaz?

O tempo é o recurso escasso de nossas vidas. Aliás, tempo é vida. E, dentro do tempo de um dia, a capacidade de concentração e energia são finitos. Aliás, o tempo realmente produtivo dentro do já escasso dia é bem pequeno.

Se for para se reunir, que seja para que haja real comunicação e elaboração de planos de ação efetivos.

Effective Executive – Parte 7

Effective Executive - Parte 7

Responsabilidade pela comunicação.

Sun Tzu já dizia, na sua Arte da Guerra, que leva vantagem o exército que tem o mesmo espírito em todas as suas fileiras.

Isto só pode ser obtido pela comunicação, nunca pela pura hierarquia.