Crie imagens arficiais no Mini DALL·E

O DALL·E é uma inteligência artificial que cria imagens realísticas a partir de textos. Você digita um texto qualquer, ele interpreta e cruza imagens de forma a montar uma versão baseada no seu texto.

Esta IA tem 12 bilhões de parâmetros, e foi desenvolvida pela empresa Open AI.

Mortais comuns não têm acesso ao DALL·E, porém, uma alternativa mais simples é o “Mini DALL·E”, disponível neste link (https://huggingface.co/spaces/dalle-mini/dalle-mini). Não é tão poderosa assim, mas dá para criar fotos divertidas.

Exemplos:

“The thing fantastic four inside toothpaste”

“Einstein correndo contra uma tartaruga” gerou imagens como:

“Homem de Ferro dançando com cachorro”

“Wolverine eating pizza”: ele entendeu o wolverine animal (carcaju)

Com “Wolverine X-Men”, fica um pouco melhor, mas nem tanto.

Experimente o Mini DALL-E, é bem divertido.

Links:

https://huggingface.co/spaces/dalle-mini/dalle-mini

https://openai.com/dall-e-2/

Anedotas de Pablo Picasso

O grande pintor Pablo Picasso, além de prolífico com o pincel, é famoso também por curiosas anedotas que envolvem sua pessoa.

Citando algumas.

1) Quadros que se parecem com a realidade

Pablo Picasso era famoso pelos quadros cubistas abstratos. Um dia, um transeunte perguntou a ele: “Por que você não pinta quadros que se parecem com a realidade?”

“Como assim?”, retrucou o pintor.

O homem pegou uma foto no bolso e disse: “Olhe, é a minha esposa”.

Ao que Picasso comentou: “Ela é muito diminuta e plana”.

2) Picasso estava num parque. Uma senhora o reconheceu e pediu para ele pintar um retrato dela.
Alguns minutos depois, o pintor lhe entregou um desenho. Ela ficou feliz em ver como ele tinha capturado a essência de sua pessoa num belo trabalho, e perguntou quanto ela lhe devia.

“5000 francos, madame”, respondeu.

A mulher, indignada, rosnou que era um valor absurdo para um trabalho feito em 5 minutos.

Picasso, então, respondeu: “Não, minha senhora, esse trabalho levou a minha vida toda”.

3) O jovem Pablo tinha um pavor a sapos. Os garotos de sua classe, a fim de se divertir com isso, de quando em quando pegavam um sapo e deixavam em sua cadeira, para assustá-lo.

Um dia, Pablo teve uma ideia. Chegou mais cedo à escola e deixou um sapo de papel em seu lugar. Retornou mais tarde, quando a sala estava cheia, e fingiu a mesma reação de pavor ao sapo de papel.

Os valentões da sala passaram a usar a versão de papel dali em diante, por ser muito mais fácil fazer um sapo de papel do que pegar um de verdade.

Internamente, porém, o futuro pintor estava rindo dos bobões, afinal sapos de papel não lhe causavam desconforto algum…


Não sei se tais histórias realmente pertencem a Picasso ou são apócrifas, mas são divertidas assim mesmo. Como diria Yogi Berra, famoso por seus aforismos, “Eu não disse tudo o que eu disse”.

“Deus é na verdade apenas mais um artista. Ele inventou a girafa, o elefante, e o gato. Ele não tem estilo de verdade.” – Pablo Picasso.

Veja também:

Sobre criação, Dionísio e Pigmaleão

Após escrever mais de 1000 posts neste espaço (e uns 500 em outros), posso afirmar, do meu método de escrita.

Não tenho um objetivo claro, um plano bem definido. Muito menos, um público-alvo, uma persona que quero atingir. Nada aqui foi projetado tendo em mente um canal específico, nem contém propositalmente palavras-chave pesquisadas para bombar em SEO. Tudo isso é baboseira. Um texto escrito assim seria chato, burocrático, sem vida, o pior texto do mundo, falso, artificial.

O método é caótico. Começo com uma leve ideia da mensagem que quero transmitir, e um ou dois tópicos de apoio. O texto vai ganhando vida, linha por linha, quase que por conta própria – é como se as palavras quisessem ser escritas, e eu fosse apenas o dedo que imprime a mensagem no papel.

Nem todas ideias viram texto, nem todos embriões ganham vida – há um processo automático de eliminação – é como se o rascunho falasse, “não, não está certo”.

As que ganham vida são, como dizia Nietzsche, escritas com sangue, e devem ser lidas com a alma.

Ainda citando Nietzsche, o método do plano bem definido seria representado pelo deus grego Apolo, da ordem, da beleza, de tudo o que é certinho.

O contraponto é o deus Dionísio, do caos, da feiúra, da embriaguez, da êxtase inebriante.

Dionísio é o senhor da criação. As grandes ideias vêm do caos.

Outra lenda grega é a de Pigmaleão. Um escultor, que fez uma estátua de uma mulher tão perfeita, que ele se apaixonou pela própria criação. Ele ficou tão perdidamente louco de amor que Zeus se apiedou e deu vida à estátua.

E assim são as grandes ideias. Todo criador deve ser como Pigmaleão. Todas as grandes ideias têm potência, têm tesão, têm vida própria!

“Viver não é necessário; o que é necessário é criar.” – Fernando Pessoa

Programa de Associados da Amazon: faça dinheiro do nada!

O desafio 2 da lista de desafios propostos (https://ideiasesquecidas.com/2021/02/04/lista-de-alguns-pequenos-desafios/) é o de fazer 1 real pela internet. Quero compartilhar uma dica.

O programa de associados da Amazon (há outras também) é uma forma de fazer dinheiro a partir do nada! Este funciona remunerando as pessoas pelas indicações.

Não é necessário ter os produtos, nem estoques, nem saber programação para criar uma loja na internet. Mágica? Nem tanto. Há uma série de “poréns”… Confira a seguir.


Como fazer?

O primeiro passo é entrar em https://associados.amazon.com.br/ e criar uma conta – que estará vinculada à sua conta principal da Amazon, se tiver.

O programa de associados remunera indicações. Basicamente você deve indicar alguma coisa a outras pessoas. Se algumas das pessoas indicadas comprar o produto, um percentual entra para você de comissão.

Digamos que eu queira divulgar o link do excelente livro “Antifrágil”, de Nassim Taleb.

Na página de associados, procuro pelo livro que quero indicar.

Depois, em link, para obter o caminho para o livro:

A seguir, é só divulgar o link para amigos, colocar no blog, etc. Confira, clicando a seguir.

https://amzn.to/3drWEDw

Clicando no link, redireciona para a página da Amazon, onde o cliente pode escolher a versão em papel ou Kindle, o tipo de capa, etc. Importante notar, na URL, que tem um “ref=…”.

A Amazon espera acumular um valor mínimo de R$ 30,00, e deposita o valor no cartão de crédito cadastrado. Simples, fácil, não é preciso fazer nada.

Além de livros, é possível divulgar qualquer coisa existente na Amazon, digamos, um produto de beleza, um eletrônico,

um funko pop do Einstein: https://amzn.to/3bkLNIM,

o prime vídeo: https://amzn.to/3dpmU10, etc.


E quais as contrapartidas?

A primeira contrapartida é que não é tão fácil assim. O link pode ter muitos cliques, mas só um ou dois efetivamente se convertem em compra.

Outra, é que a comissão é bem baixa (afinal, você não tem o produto, não fez a loja, não se responsabiliza por problemas de pagamento, etc).

Você basicamente agregou valor fazendo o marketing, um marketing de indicação.

Da experiência deste blog. Nos últimos 30 dias, ocorreram 164 cliques em produtos, a partir de indicações minhas. Dessas, duas comissões, somando R$ 13,64… não é isso que vai deixar alguém milionário! Ou seja, o programa funciona melhor para quem é muito popular!

Comecei o mesmo no ano passado, e o programa rendeu uns R$ 150,00 em 2020. Não é nenhuma fortuna, mas paga o custo do domínio. E, se ajuda pouco, pelo menos não atrapalha. É uma renda passiva, já que o link da recomendação estará para sempre nos artigos publicados.

Outra dicas. Não fazer recomendações por fazer, visando essas magras comissões. Fazer recomendações por realmente acreditar que o livro, o produto, vai agregar valor às pessoas. Eventuais comissões são bônus, apenas isso.

O Magazine Luiza também tem um programa similar. Lá, dá até para criar uma loja virtual. Parece interessante, mas nunca testei.

https://www.parceiromagalu.com.br/

Sobre o programa de associados, é isso.

Sobre o desafio de fazer R$ 1,00 pela internet, além da dica citada, há inúmeras outras formas:

  • Vender livros usados pela Amazon (https://ideiasesquecidas.com/2020/10/18/o-que-aprendi-vendendo-livros-pela-amazon/)
  • Vender produtos pelo Mercado Livre – é possível até pensar em comprar algo e revender
  • Criar um blog, página do Youtube – e ganhar pelo adsense (eu não gosto de propagandas, note que o blog não tem anúncios)
  • Escrever um e-book e vender
  • Dar aulas, ou vender alguma outra forma de serviço

Cada vez mais, será necessário entender formas alternativas de interagir, dada a revolução que a Internet vem proporcionando!

Ficam as dicas!

De onde vêm as boas ideias – Steven Johnson

Um breve resumo do livro “De onde vêm as boas ideias”, de Steven Johnson. Este é um clássico no tema “Inovação”, popularizando termos como “possível adjacente” e “slow hunch”.

Temas:

  • Possível adjacente
  • Intuição lenta
  • Redes líquidas
  • Serendipidade
  • Ecossistema

Possível adjacente: a evolução ocorre passo a passo. De uma molécula simples que se junta à outra, formando células e depois organismos, até chegar nos seres vivos.

Uma ideia muito à frente do seu tempo não funciona. Se o Youtube tivesse surgido em 1995, não teria dado certo, já que nem internet de banda larga existia. Outro exemplo é o computador mecânico de Charles Babbage, 100 anos à frente dos computadores eletrônicos: não funcionou, por não ter os elementos necessários para tal.

Por outro lado, ocorrem múltiplas descobertas simultâneas,quando a invenção está no seu momento. Quem inventou o avião, Santos Dumont ou os Irmãos Wright? A relatividade geral é trabalho de Einstein, porém outros como Henri Poincaré também estavam chegando à mesma conclusão. Quando a inovação está “madura” para surgir, ela vai surgir.

Palpite lento. Não há momento “Eureka”. Ideias demoram tempo para amadurecer. Charles Darwin ficou décadas elaborando sua teoria da evolução.

Serendipidade para cruzar com outras ideias. Tentativa e erros, reciclagem e combinação de ideias antigas. Grandes palpites surgem à partir da colisão de pequenas ideias.

Por isso, a necessidade de redes líquidas. Redes de colaboração, lugares para ideias fluírem livremente.

Cidades são boas nisso. Os cafés e salões no iluminismo são um ótimo exemplo de espaço para ideias cruzarem e incubarem.

Ecossistema. Por fim, uma plataforma completa de inovação. Empresas, universidades formando mão-de-obra especializadas, regulação, capital de risco, tudo influencia de forma direta ou indireta.

Recifes de corais são o grande exemplo de ecossistema de inovação. Os corais envolvem dezenas de milhares de formas de vida diferentes. Cada forma de vida modifica o ambiente e possibilita que outras formas de vida surjam, nas suas cascas vazias ou consumindo os seus subprodutos.

Não dá para competir individualmente. A competição tem que ser sistêmica, como um ecossistema competindo com outro. Neste quesito, o Brasil está muito atrás.

Veja também:

Link da Amazon: https://amzn.to/3rd12dO

https://ideiasesquecidas.com/2020/07/12/6-livros-sobre-inovacao/

https://ideiasesquecidas.com/2018/09/16/por-que-segredo-da-inovacao-esta-no-ecossistema/

https://ideiasesquecidas.com/2018/03/25/algumas-palavras-sobre-inovacao/

Barrinhas de imãs

Segue outra indicação de um brinquedo interessante, para crianças (e adultos também).

São barrinhas em imã de neodímio, com esferas.

O imã é bastante forte, sendo possível criar formas robustas.

Um detalhe é que as barras são imantadas, as esferas, não.

Veja também

https://ideiasesquecidas.com/2020/07/09/formas-geometricas-com-ima/

https://ideiasesquecidas.com/2015/11/30/brinquedos-geometricos-para-criancas-e-adultos/

https://ideiasesquecidas.com/2020/07/03/imas-de-neodimio/


Ideias técnicas com uma pitada de filosofia

https://ideiasesquecidas.com/

Dica de inovação: eliminar a parte chata

Aqueles um pouquinho mais velhos lembram-se da Blockbuster.

Era uma experiência boa pegar o carro e ir à loja, sempre bonita, com a namorada, escolher um filme para o fim de semana. Tinha até pipoca para microondas e doces, como uma sala de cinema.

A parte ruim era devolver o DVD no dia seguinte. Desviar o rumo do trabalho ou da escola, perder meia hora de um dia cheio só para entregar o filme de volta…

Assistir o DVD é legal, devolver o DVD é chato.

Tem uma empresa americana que atacou a parte chata do problema. Que tal só devolver quando fosse pegar outro? E se a cobrança fosse por mensalidade?

A empresa é a Netflix, a mesma que hoje é onipresente. Ela demorou muitos anos para dar certo, porém, a mentalidade inovadora existia desde o começo.

Fazer compras é legal. Ficar numa fila enorme, para pagar, é chato. Que tal acabar com as filas? A Apple Store não tem fila. Qualquer atendente pode finalizar a compra.

Ficar entrando em diversos sites de companhias aéreas e hotéis para combinar opções de voos, horários e tarifas é chato. Os sites do tipo Decolar.com, que aglomeram informações, atacam este problema.

No cotidiano: Tarefas repetitivas são chatas. Hoje em dia, há softwares de automação de processos (RPA) que podem fazer a mesma tarefa em segundos.

Tarefas burocráticas são chatas. Que tal perguntar se são mesmo necessárias, ou sugerir mudança de procedimento?

Reuniões são chatas. Todas elas realmente precisam da sua presença?

Receber um e-mail com textão mal escrito é chato. Que tal caprichar na comunicação?

Todas as vezes que você se deparar com algo chato, lembre-se: eis uma grande oportunidade!

Um poeminha para fechar: Opportunity, de Berton Braley
https://www.poemhunter.com/poem/opportunity-43/

Sobre a história da Netflix:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-38348864

Viagem ao fundo do mar

Uma bela notícia esta semana: HC transforma sala de ressonância para crianças em ‘viagem ao fundo do mar’.

(vide https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/hc-transforma-sala-ressonancia-criancas-viagem-fundo-mar.html)

Uma vez fiz ressonância. Tive que refazer mais duas vezes, porque eu tinha me mexido no procedimento. Agora, imagine uma criança ficar imóvel, dentro de um aparelho frio, escuro e assustador?

Com a viagem ao fundo do mar, a tarefa fica um pouco mais lúdica.


A ideia é baseada em uma iniciativa de alguns anos atrás, de um pessoal de Design Thinking:

https://ideiasesquecidas.com/2015/02/15/ressonancia-magnetica-divertida/

gepirata

“Doug Dietz era designer de produtos da General Eletric.

Ele tinha orgulho das máquinas de ressonância magnética que ele tinha projetado, eram as mais avançadas do mundo. Mas, acompanhando alguns procedimentos reais, ele notou que as crianças ficavam aterrorizadas com o equipamento. Era um túnel frio, sombrio, estranho. 80% das crianças tinham que ser sedadas para fazer os exames.

Doug resolveu testar outra solução. Procurou pessoas da área educacional, e transformou a máquina de ressonância magnética em uma aventura na ilha pirata, conforme as fotos acima.

Funcionou. A taxa de crianças sedadas passou a ser de 10%. Algumas até achavam a aventura divertida, e queriam voltar outro dia.”

Parabéns aos hospitais pelas iniciativas!

Imãs de neodímio

Segue uma indicação lúdica, para crianças (e adultos que gostam de curiosidades).

É um conjunto de bolinhas de neodímio. Cada bolinha é bem pequena, tem 7 mm de diâmetro.

Os imãs são extremamente fortes. É só deixar um próximo ao outro que eles grudam muito forte, não é qualquer coisa que os separa.

Como todo imã, tem um positivo e um negativo. Por isso, o conjunto naturalmente forma linhas e círculos: positivo de um no negativo de outro, como uma fila indiana.

A foto a seguir é na forma bagunçada.

Comprei o conjunto de bolinhas no AliExpress. É só procurar por “Imã de neodímio” e fazer a compra. O lead-time de entrega é demorado. Foram uns três meses para chegar. O segredo é comprar e esquecer que comprou, confiando que vai chegar um dia.

Crianças muito pequenas podem perder ou engolir algum bolinha. O ideal é a criança ter 5 anos ou mais para brincar.

Quem sabe, isso ajude a aguçar a curiosidade delas para a bela ciência da Física.

Paul McCartney era um aluno medíocre na aula de música


O grande músico Paul McCartney passou pelo Brasil na última semana.

Aos 76 anos, o ex-Beatle continua a entoar com energia algumas das mais belas canções de todos os tempos.

Porém, a julgar pelas suas notas nas aulas de música, esperava-se um músico medíocre.

Paul odiava a escola de música. O seu professor nunca dava notas boas, e nem notava talento especial no jovem Paul.

Outro aluno na mesma escola de música era George Harrison – que também era julgado como um aluno mediano.

Ou seja, o professor quase reprovou metade dos Beatles em sua sala de aula!

Esta história pavorosa é contada por Sir Ken Robinson, num vídeo famoso no TED. A escola, nos moldes tradicionais, atrapalha a criatividade.

A vassoura-violino

A Av. Paulista fecha para carros aos domingos, o que a torna um belo lugar para passear.

Nela, artistas de rua a cada esquina vendem os seus sonhos, em busca de alguns trocados. Porém, esse da foto era diferente. Primeiro, a música (Bach eu acho) era muito bem tocada, bastante bonita. Segundo, ele tocava uma vassoura-violino, seja lá o que isso for.

Uma forma de se diferenciar é através da criatividade.

Sucesso ao mestre da vassoura-violino.

Origamis

Origamis são dobraduras de papel e imaginação.

Fiz uma série destes ao longo dos anos. Coloco aqui para manter a memória e a inspiração.

Tartaruga
Um “SatoruSauro”
Casinha do Totoro pequeno

A foto acima é composta de diversos papéis em formato de quadrados e triângulos intertravados.

Foguete
Icosaedro estrelado
Inspirado na torre restaurante giratório de Toronto
Ponte
Lírios
Rosa

E, para fechar um castelo: