O Poder da Geografia – Austrália

Para os amigos que se interessam por Geografia e História, uma recomendação: “O Poder da Geografia”, de Tim Marshall, um dos maiores especialistas do mundo sobre o tema.

Neste livro, ele aborda a Austrália, Sahel, Grécia, Turquia, UK, Irã, Etiópia, Arábia Saudita, Espanha e o Espaço.

Segue um pequeno resumo sobre a Austrália.

A Austrália foi de lugar nenhum para ponto estratégico na história.

Perto da China, acesso aos EUA e ao Oceano Pacífico.

De ilha de prisioneiros a nação de primeiro mundo, multicultural.

Área desértica ocupa mais de 70 por cento da ilha. Todos os rios juntos tem vazão menor que Yang Tsé, por exemplo.

Sobre ondas de imigração. A primeira carga de prisioneiros chegou em 1788. Muitos brancos britânicos, depois aceitação maior de outros habitantes. A corrida do ouro ajudou a aumentar a imigração. Hoje, aumento da participação de asiáticos, como chineses, até pela proximidade.

A Austrália está sofrendo com mudanças climáticas. Seca, propensão a incêndios florestais, como um que ocorreu em 2009, piorando a poluição do ar.

Para piorar o impacto ambiental, a tendência é ir de 25 para 40 milhões de habitantes no futuro.

Sobre energia. Por ser muito plano, não há potência hídrica. Mas há abundância de carvão, que é uma indústria importante. Porém, isso agrava problemas climáticos.

Há diversos grupos de aborígenes. Desde as primeiras colônias, houve aniquilação de aborígenes, que mal eram considerados humanos, luta que continua até hoje.

A Austrália sempre se aliou a potências. UK. EUA. Agora, ascensão da China. Estudantes chineses na Austrália, são mais de 30 por cento do total. 1/3 das exportações são para a China. O futuro da Austrália pode ser cada vez mais chinês.

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O Poder da Geografia https://amzn.to/2XpbO6l

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4 dicas de produtividade

Seguem algumas técnicas que utilizo. Longe de serem as únicas, mas funcionam, pelo menos para mim.

1. Energia

Uma estratégia de produtividade que uso: fazer a tarefa mais difícil, que exige maior criatividade, no momento em que tenho mais energia (das 5 às 7 da manhã). Cada um tem o sua período mais produtivo. Para alguns é mais à noite, outros, de manhã.

O resto do dia, sob reuniões, distrações diversas, utilizo para as tarefas mais burocráticas ou trabalhosas, menos criativas.

É impressionante como essas duas horas produzem mais do que o resto do dia inteiro.

2. Andar

Uma das maiores fontes de criatividade é andar.

Diversos pensadores gostavam de andar e ter ideias no processo. Albert Einstein era famoso por caminhar com Kurt Godel e discutir física. Steve Jobs fazia inúmeras “reuniões andantes”. Friedrich Nietzsche teve algumas de suas maiores inspirações (como o “Eterno Retorno”) enquanto caminhava.

Somente o ser humano anda habitualmente em duas pernas. Parece tão simples, mas o ato de andar envolve uma capacidade mental enorme: balanço, orientação, centro de gravidade… Estima-se que seja necessário fazer um bilhão de cálculos para andar. Vide https://antoniamalchik.medium.com/walking-is-central-to-human-evolution-but-nobody-knows-why-aa2577b937be.

Aliado a isso, tem um caderno de notas para escrever. Thomas Edison tinha centenas de cadernos de notas. De centenas de notas, algum coisa útil vai sair. Este post é resultado de notas antigas compiladas, por exemplo.

3. Audiobooks

Eu gosto bastante de áudio-livros. Ou andando, ou no transporte, pode ser uma alternativa muito boa, e hoje em dia, é muito fácil encontrar títulos (ex. Audible) e também tocar (qualquer celular + fone).

Outra alternativa é a de resumo de livros. Notavelmente três: Blinklist, 12 min e Instalivros. Todos eles liberam um resumo grátis por dia. Resumos têm o seu limite. Um livro profundo e complexo dificilmente será bem resumido. Mesmo assim, é uma ferramenta boa, para entender um pouco mais de algum tema e para relembrar pontos principais.

Podcasts hoje em dia substituem livros. O TED talks daily tem temas diversos. Há também conteúdo de nicho específico – gosto do Lex Fridman, que fala de tecnologias. Não ouço tanto podcasts, porque prefiro as alternativas acima.

É possível mudar a velocidade de reprodução. Qual a ideal? 2x? 1,5x?

Para mim, tem que ser compatível com a velocidade que a cabeça está girando. Se estou a mil por hora, cheio de energia, dá para colocar em 2x, concentrar e aproveitar o conteúdo. Se a cabeça está devagar, também a reprodução tem que ser mais lenta. Caso contrário, não adianta se enganar, achando que está aproveitando o conteúdo.

4. Google Alerts

Uso o Google Alerts (https://www.google.com/alerts) para cadastrar palavras-chave de temas específicos e receber e-mails diários.

Exemplo: Gosto de acompanhar o que a empresa DeepMind faz, então tem um alerta específico para ela.

Dá para especificar a língua desejada, região, frequência de e-mails (semanal, diário).

Ficam as dicas.

Nunca divida a diferença

O meu amigo Diego Piva fez um belo relato sobre o livro de Negociação de Chris Voss, “Never split the difference”.

Apesar do nome dramático, é um livro com ótimas dicas de negociação. Copiei parte do post do Diego:

Após recomendação do meu amigo Arnaldo Gunzi, li este livro sobre negociação. O Autor, Chris Voss, é ex agente do FBI, responsável pela negociação de liberação de reféns em sequestros, ataques a bancos, atentados… enfim, situações em que não se é permitido ceder em negociações, já que um dos lados tem vidas como moedas de troca.

Capa do livro

Achei muito interessante a abordagem, que vai muito além do uso da racionalidade e da premissa de que todo mundo vai à uma negociação disposto a construir uma solução “ganha-ganha”. Ele explora bastante princípios da neurociência, ele cita por diversas vezes o clássico “Fast and Slow” de Daniel Kahneman que explora como nosso cérebro é cheio de vieses e que nossas decisões não são tomadas de forma racional, o sistema 1 impera enquanto o sistema 2 é preguiçoso demais para pensar o tempo todo.

Vide o post completo aqui:

https://aprendepassa.wordpress.com/2021/01/12/never-split-the-difference/

Negocie como se sua vida dependesse disso

Segue uma recomendação, do livro mais útil que li nos últimos anos.

O que você faria se tivesse que negociar, em um minuto, a vida de reféns com terroristas islâmicos?

Apesar do título dramático, o livro é muito bom. O autor, Chris Voss, é um negociador de reféns do FBI. Ele narra detalhes de impasses com terroristas, como se fosse uma partida de xadrez, lances dignos de filme.

As mesmas técnicas também são efetivas no mundo dos negócios.

Algumas dicas:

  • A empatia é um elemento importante – e empatia não é ceder, é entender a perspectiva do outro lado. Para tal, ouvir. Ouvir com atenção, sem viés confirmatório, ou seja, sem encaixar o discurso do outro lado com a sua própria interpretação (não é nada fácil).

  • Comece com um “NÃO”. A técnica mais comum é fazer o outro lado dizer sucessivos “sim” para perguntas simples, para então chegar na pergunta que realmente importa. Porém, é muito provável que seja um “sim” falso, só para se livrar da pergunta (vide o odioso telemarketing, por exemplo). Voss defende que o “não” é mais sincero, faz com que o outro lado se sinta melhor.

  • Não forçar a solução, e sim perguntar. Fazer perguntas abertas. Tente espelhar a outra pessoa, para criar laços. Isto, e começar com “não”, faz eles sentirem que estão no controle.

  • Não é um jogo olho por olho. Deve-se ter coragem para fazer perguntas sem a pretensão de dar ou receber nada em troca.

  • 7% da comunicação é baseada nas palavras, 38% no tom de voz, e 55%, na linguagem corporal – por isso, estar presente na negociação faz muita diferença.
  • Por fim, a carta na manga. O momento “Cisne Negro”. Coloque um ponto bastante positivo ou negativo para o outro lado, a fim de alavancar a negociação.

Chris contrasta as técnicas aprendidas, através de sucessos e erros, com estratégias acadêmicas de Harvard – eu sou mais ele, que efetivamente tinha a pele no jogo em negociações tensas.

Recomendo ler e reler o livro, para aprender as poderosas técnicas ensinadas:
https://amzn.to/2DoHfUm

Aperitivo: TED Talks
https://www.ted.com/talks/chris_voss_never_split_the_difference

Veja também:
https://ideiasesquecidas.com/2018/03/23/as-36-estrategias-secretas-chinesas/

https://ideiasesquecidas.com/2018/01/21/%e2%80%8brecomendacoes-de-livros-para-recem-formados/

https://ideiasesquecidas.com/2017/08/09/a-teoria-dos-cisnes-negros/

Sobre livros e livrarias

Estamos em junho de 2018. Livros em papel e livrarias já morreram. Isto nem é um forecast, é uma realidade. É tão óbvio quanto falar que a TV a cabo, jornais em papel, revistas em papel tradicionais morreram com as novas tecnologias.

Só comento sobre este assunto por uma única razão: este post seria mais um capítulo da série de forecasts, porém é um forecast que já aconteceu. Eu adoro livrarias e livros, e sinto demais esta perda.

Um dos meus passeios favoritos é o de ir à Livraria Cultura do Conjunto Nacional, que ostenta milhares de títulos, numa área com três andares, café, e que provavelmente é a maior livraria da América do Sul.

 

Ou andar pela Saraiva MegaStore, do Shop. Ibirapuera ou do Shop. Center Norte.

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Ou a loja fantástica da Fnac em Pinheiros, com arquitetura ousada, pensada para ser um ponto de encontro entre amantes das letras, numa região cult da cidade… opa, a Fnac Pinheiros acabou de fechar as portas… a empresa Fnac, que vendia eletrônicos e livros, está saindo do Brasil.. (https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/caminhadas-urbanas/o-fechamento-livraria-da-fnac-pinheiros-um-raro-exemplo-de-arquitetura-comercial-a-favor-do-espaco-publico-na-cidade)

 

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As grandes livrarias nacionais estão sofrendo, há anos, com estagnação e declínio, a olhos vistos. A razão é simples. A informação não precisa mais do papel para ser transmitida. Ela está à disposição para ser produzida, consumida e atualizada em qualquer tela, seja a TV, o celular, o notebook, o ereader, o tablet.

A informação virou commodity. Antigamente, para estudar Cálculo, eu precisava de um livro de Cálculo. E era comum recorrer à famosa xerox do livro, porque o original normalmente custava caro demais para um estudante universitário bancar.

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Hoje em dia, há dezenas de sites sobre o assunto, vídeos do Youtube, tutoriais, exercícios resolvidos, tudo de graça e num excelente nível, como por exemplo, na Khan Academy.

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A xerox dos dias atuais são os serviços de torrent, ou troca de pdfs dos livros, ou alguma outra forma de copiar digitalmente o assunto.

Além disso, para tópicos avançados, posso consultar direto o blog do autor que é o papa do assunto. Ou, talvez, enviar um e-mail direto para este autor. Ou discutir a questão com outros amantes do assunto, num fórum. Ou pegar os artigos mais relevantes no Arxiv.

 

Um exemplo. Vi o excelente livro “Linear Programming”, do autor Robert Vanderbei, na Livraria Martins Fonte. R$ 399,00. Tenho a mesma versão em pdf, a um custo zero, que leio num dos meus ereaders (tenho um Kindle e um Kobo Reader) – mas poderia ler num iPad, ou no computador, ou imprimir a parte que interessa.

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O preço de R$ 399,00 é porque o livro é impresso nos EUA (livros físicos têm que ter uma demanda mínima para justificar a impressão), transportado ao Brasil, incluindo todos os trâmites da importação e deve pagar o custo físico da loja ao expor o mesmo fisicamente (aluguel, salário dos atendentes).

A versão eletrônica do mesmo ocupa 1 MB de espaço em disco, e não acarreta custo logístico algum, nem de importação; por mais que eu goste das livrarias e do livro, é um disparate pagar R$ 399,00 por algo virtualmente grátis.

Exemplos abundam, e mesmo se o livro custar R$ 50,00 ou mesmo R$ 30,00, não dá para competir com a versão digital.

O efeito é que atualmente as livrarias pagam para existir, e algumas ainda teimam em tentar se reestruturar.

A LaSelva, que era bastante presente em aeroportos, está fechando as portas.

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A Saraiva está há muitos anos mal das pernas, e é uma questão de tempo até sofrer alguma reestruturação dramática.

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A Fnac já saiu do Brasil, sendo adquirida pela Livraria Cultura.

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A Livraria Cultura não está muito bem das pernas.

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Este fenômeno não é exclusivo do Brasil. Em todo o mundo, o mesmo. A fantástica Barnes e Noble da 5a avenida, em NY, uma das livrarias mais legais do mundo, fechou as portas em 2014. Lembro muito bem disto, porque foi entre a minha primeira e segunda visita aos EUA, então eu conhecia a mesma da primeira visita, e quando voltei para procurá-la, não a encontrei mais.

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O mesmo ocorreu com a Borders, uma rede tipo uma Saraiva americana, que fechou as portas.

Isto sem citar inúmeras outras redes de livrarias, que devem ter destino semelhante se já não o tiveram.

 

O que deve ocorrer é que somente lojas de nicho, extremamente enxutas, devem ser capazes de sobreviver. Ou versões mais on-line do que físicas de fato. Seja como for, a tendência é sobreviver com faturamento muito mais modesto do que nos anos de glória que jamais retornarão.

Os sebos, então, nem se fala. Se as livrarias estão obsoletas, os sebos, que comercializam livros usados, têm um futuro menos promissor ainda. Os que não fecharem as portas devem sobreviver apenas em nichos.

Talvez, num futuro não tão distante, uma prateleira de livros seja apenas para impressionar visitantes, e o comércio de livros seja algo como o comércio de LPs, algo que existe mais como nostalgia do que por necessidade.

 

O espaço do Conjunto Nacional já abrigou uma grande rede de cinemas, o cine Astor (fui lá uma vez, nos anos 80). Os cinemas de rua entraram em declínio, várias virando igrejas evangélicas. As do Conjunto Nacional deram origem ao espaço agora ocupado pela Livraria Cultura. O que será no futuro, não sei, cedo ou tarde os livros darão lugar a algo diferente. Mas, quando isto ocorrer, eu posso dizer que foi bom enquanto durou. Obrigado à livrarias e livreiros, e bola para frente.

 

 

O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.

Mario Quintana

Recomendações de livros para um jovem em início de carreira

Alguns livros para um jovem em início de carreira, pelo engenheiro Marcos Gomes de Melo. O Melo é engenheiro mecânico, da turma de 1969 do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Ele possui um vasto conhecimento, uma longa e bem sucedida carreira e vale muito a pena ouvir suas recomendações.

Por outro lado, vários dos meus colegas são formados muito recentemente, e falta neles um lastro de conhecimento mais profundo.

Minha sugestão: colocar na lista de livros a ler em 2018.

Livros

1. Carta de Antônio Paiva ao filho Gustavo Paiva que emigrou de Portugal para o Brasil e, posteriormente, veio a ser industrial em Alagoas;

Link do Google Drive: https://drive.google.com/open?id=1MgJ_M1JHRCfgqT3xl917rdzQV0js3vcg

Transcrição aqui.

2. Cartas de um executivo a seu filho; G. Kingsley Ward

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3. Understanding Media; Marshall Mac Luhan;

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4. Administração: responsabilidades, tarefas e práticas; Peter Drucker;

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5. História da civilização; Will Durant; leitura obrigatória pelo menos do Volume 1 que trata da nossa herança oriental;

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6. Sobre a China; Henry Kissinger;

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7. A primeira aldeia global; Martin Page;

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8. O Gene egoísta: Richard Dawkins;

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9. Sapiens; Yuval Noah Harari;

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10. Homodeus; Yuval Noah Harari;

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Razões descritas pelo Melo:
1. Carta tem um poder de síntese de recomendações de um pai para um filho que parte para ganhar a vida em território desconhecido distante.

2. O livro contém várias cartas de um executivo canadense bem sucedido que ao enfrentar um país em guerra sentiu necessidade de prover seu filho com conselhos que aprendeu com a experiência, e sentiu necessidade de transmitir o aprendizado. A leitura é fácil e cada período merece reflexão demorada. Um livro que presenteei meus filhos quando se formaram.

3. O livro de Mac Luhan tem tradução em português, mas muito mal feita, distorcendo conceitos. O principal conceito de Mac Luhan expresso no livro é que os meios são extensões do ser humano transformando-o em um novo ser. Desta forma um homem e seu martelo é um ser humano diferente do homem sem martelo e que nem conhece martelo. O livro mostra ou pretende mostrar como as diversas ferramentas transformaram o ser humano: linguagem falada; linguagem escrita; linotipo (livro); rádio; telégrafo; ferrovia; carro; TV; telefone; internet (o livro foi escrito em 69 no mesmo ano em que a internet foi inventada mas profeticamente Mac Luhan previu vários de seu efeitos, com p.ex. que cada pessoa poderia produzir seu canal de TV ou de rádio); A tradução foi feita pelo publicitário Décio Pignatari que colocou mais ênfase nas “media” como “mídia” meios de comunicação e não como “ferramentas” como extensões do ser humano. O homem é ele e suas ferramentas, “cyborg”. Entender como ele muda, comportamento e relacionamento com outros seres humanos, ao ter novas ferramentas, é o que importa a leitura deste livro.

4. O livro seminal de Peter Drucker ao racionalizar e sintetizar conceitos sobre Gerenciamento (management) que foi traduzido como administração, e a meu ver não traduz a força que Drucker deu à ciência do Management. Importante para entender as responsabilidades, tarefas e práticas de um gerente numa empresa. Especialmente para um jovem em início de carreira.

5. História da Civilização é um livro obrigatório para conhecer a história da Civilização. O volume I é sobre a Civilização de origem oriental: chinesa, japonesa, etc. e mais importante para nós que conhecemos pouco destas civilizações. O nosso ensino de história só nos passa, um pouco, da história da Civilização ocidental: greco-romana, européia.

6. O livro do Kissinger preenche bem a lacuna de conhecermos a história da China e entendermos como ela se tornou a potência que é hoje. O que o futuro da China nos reserva e como o mundo será modificado doravante: o livro ajuda a pensar no tema. Fazer previsões (forecast) é uma atividade nobre e inerentemente humana.

7. Uma síntese da história de Portugal muito importante para entender o Brasil e os brasileiros. Importante porque apesar de sermos descendentes de portugueses pouco conhecemos de sua história e especialmente que eles já foram um império, donos dos Oceanos.

8. O gene egoísta de Dawkins, é uma releitura da teoria da evolução de Darwin, onde o Dawkins exprime pela primeira vez o conceito de memes que seria algo similar ao gene para efetivar transmissões culturais, e que a competição/cooperação não seria entre as espécies mas entre os genes. O livro desperta-nos para pensar sobre a vida e sua evolução e como os genes são eternos.

9 e 10. Dispensa comentários.


Alguns links:

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/comunicacao/understanding-media-598064

https://www.amazon.com.br/Administra%C3%A7%C3%A3o-Responsabilidades-Pr%C3%A1ticas-Peter-Drucker/dp/B004TI7V4W/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1514596581&sr=8-1&keywords=Administra%C3%A7%C3%A3o%3A+responsabilidades%2C+tarefas+e+pr%C3%A1ticas%3B+Peter+Drucker%3B

https://www.livrariacultura.com.br/busca?N=0&Ntt=Hist%C3%B3ria+da+civiliza%C3%A7%C3%A3o%3B+Will+Durant

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/ciencias-sociais/ciencias-politicas/relacoes-internacionais/sobre-a-china-22957132

https://www.livrariacultura.com.br/p/ebooks/historia/a-primeira-aldeia-global-17542464

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/ciencias-biologicas/filosofia-da-ciencia/o-gene-egoista-2271351

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/historia/historia-mundial/sapiens-uma-breve-historia-da-humanidade-42865102

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/historia/homo-deus-46351043