O carro-multa e inteligência artificial

Desde o começo de 2021, na cidade de São Paulo, um curioso veículo cheio de câmeras circula pelas ruas da cidade: é o “carro-multa” da CET.

Objetivo: multar quem não pagou a taxa de estacionamento na Zona Azul.

O veículo é equipado com GPS, para detectar os locais onde há Zona Azul, pelo menos 4 câmeras e um algoritmo de inteligência artificial para reconhecimento de placas. A Zona Azul em papel não existe mais, agora também é digital. Com isso, é possível facilmente cruzar as informações e multar o infeliz que estacionou no local.

Este tipo de algoritmo é uma das aplicações mais simples possíveis da IA no estágio atual, que combinada com técnicas tradicionais de reconhecimento de imagens, tornam-se uma ferramenta extremamente efetiva.

Para aprender algoritmos de reconhecimento de dígitos: https://www.kaggle.com/c/digit-recognizer

Portanto, pague a Zona Azul ao parar nela! A CET e a Inteligência Artificial estão contra você!

36 Estratégias de Guerra – Planilha bizurada

Coloquei as 36 estratégias de guerra chinesas no formato “cheat sheet”, ou “planilha bizurada”.

Link para download: https://1drv.ms/x/s!Aumr1P3FaK7jnwhuhLzdp5dSWWcA.

Seguem prints de telas. Clique na imagem para expandir.

Veja também:

As 36 Estratégias Secretas Chinesas

Resumos

As 22 Leis do Marketing – Planilha bizurada

Um dos livros mais simples e úteis que conheço é o das 22 Leis do Marketing, dos mestres Al Ries e Jack Trout. Apesar de focar em marketing, são leis que valem para tudo na vida.

Algumas de suas leis:

1. A Lei da Liderança: É melhor ser o primeiro do que ter o melhor produto. Seja o primeiro em sua categoria. Ex. Qual o nome do primeiro homem a pisar na Lua? E do segundo?

2. A Lei da Categoria: Se você não pode ser o primeiro, crie uma categoria nova em que você seja. Amélia Earhart não foi a primeira pessoa a sobrevoar o Oceano Atlântico, mas foi a primeira mulher, o que a torna memorável.

Link da Amazon: https://amzn.to/3zqsB7z – Nota: a edição original é dos anos 90, então está fora de circulação.

Fiz uma “planilha bizurada”, um cheat sheet, para ajudar a visualizar os ensinamentos. Clique na imagem para expandir.

É uma planilha, para facilitar a consulta e visualização das leis.

Ela também tem uma opção de visualização em modo formulário, escolhendo aleatoriamente uma linha da planilha (é necessário ativar macros).

Planilha para download em: https://1drv.ms/x/s!Aumr1P3FaK7jnwYTJe3qfT-lLfRq?e=gbhojV

Minha ideia é fazer resumos, ou planilhas bizuradas, de outros conteúdos já postados aqui, e ir disponibilizando aos poucos. Sugestões? Deixar nos comentários.

Veja também:

Hannah Arendt e suas três fugas

A história em quadrinhos “As três fugas de Hannah Arendt: Uma tirania da verdade”, é uma biografia gráfica de Hannah Arendt, um dos principais nomes da filosofia do séc. XX.

https://amzn.to/3vlAd83

É uma leitura densa, cheia de citações a nomes famosos da filosofia e da Europa da época.

Judia em plena Alemanha de Hitler, aluna brilhante e pensadora promissora, ela tem aulas com o renomado filósofo Martin Heidegger. Ela, 17 anos, e o professor, casado, dois filhos, dobro da idade, tornam-se amantes por um período. Ambos seguem sua vida, mas têm uma relação conturbada que dura por décadas.

Com o aumento da perseguição aos judeus, ela, a mãe, e o marido (ela se casara com um homem chamado Günther Stern) fogem da Alemanha, e meses depois, emigram para os EUA.

Ela ganhou notoriedade ao propor abertamente, nos anos 1940, um exército judeu para combater o antisemitismo. Ela via o exército judeu como fundamental para garantir a liberdade dos mesmos.

Uma de suas primeiras obras de impacto foi o livro “A origem do totalitarismo”, em 1951, sobre antisemitismo e totalitarismo como partes do regime nazista de Adolf Hitler.

Para quem não conhece o que Hannah representa e o contexto, o momento histórico, será uma leitura cansativa e monótona – ela separa, casa com outro, publica livros, encontra Heidegger, briga com a mãe, etc…

O trecho que mais me chama atenção é sobre a “banalidade do mal”. É sobre o nazista Adolph Eichmann, preso em 1961 por agentes israelenses e levado a Jerusalém para julgamento. Acusado de enviar milhares de judeus aos campos de extermínio, esperamos Eichmann ser um verdadeiro monstro, um Darth Vader, um vilão caricato de filmes.

Porém, não é isso que Arendt encontra. Para ela, Eichmann era um burocrata, uma pessoa comum que se passaria por qualquer trabalhador mediano, fossem outras as circunstâncias. Alguém casado, com filhos, que lia Kant e organizava horários e disponibilidades de trens no seu trabalho (o problema que os trens levavam pessoas para campos de concentração). Justamente essa normalidade era o grande perigo. Será que todos nós não podemos virar um Eichmann, sob certas circunstâncias?

No depoimento, ele disse:

Em resumo, não me arrependo de nada.

Eu era apenas mais um cavalo puxando a carruagem, e podia ir para a direita ou para a esquerda por causa da vontade do condutor da carroça.

Nós nos encontraremos novamente. Eu acredito em Deus. Obedeci às leis da guerra e fui fiel à minha bandeira.

Arendt foi bastante criticada pela série de artigos sobre Eichmann. Alguns interpretaram que o texto estava minimizando a responsabilidade do nazista. Também falaram que ela estava colocando a culpa nas vítimas.

Para mim, ela está extremamente correta ao evidenciar o comportamento normal de Eichmann e a banalidade do mal.


Esse pensamento serve justamente para alertar sobre os perigos de obedecer ordens cegamente, sem ter o mínimo de questionamento e filosofia.

Hannah Arendt consta na minha “caneca da sabedoria”, onde, a cada gole de café, escolho um dos filósofos para brindar junto.

E é uma honra tomar um café imaginável com pensadores do porte de Sartre, Nietzsche e Arendt!

Seguem alguns links com leituras correlatas:

https://en.wikipedia.org/wiki/Adolf_Eichmann

O Tio Patinhas vai te dar dinheiro de graça

Um desses anúncios de internet me chamou a atenção. Era algo nessa linha: “Ganhei muito dinheiro na vida. Estudei o tempo todo sobre dinheiro, como acumular dinheiro, estratégias de investimento. Entrevistei bilionários, milionários, celebridades, autores de livros sobre bilionários. O dinheiro é minha vida. E eu posso te ensinar isso também, de graça, basta acessar o meu perfil e entrar nos links”.

Ou seja, alguém cuja vida gira em torno de dinheiro vai te passar tudo de graça? É provável que ele te veja mais como um cifrão do que como uma pessoa…

Cuidado com esse pessoal. É o que sempre digo, não existem atalhos…

Pirâmide demográfica

Um dos sites mais interessantes que conheço é o Population Pyramid, sobre demografia mundial:

Population of WORLD 2019 – PopulationPyramid.net

Seguem alguns dos gráficos.

A superpopulosa China está envelhecendo, em parte devido à política do filho único iniciada 40 anos atrás (observe o “dente” na faixa dos 40 anos do gráfico).

O pico populacional será por volta de 2030, com aproximadamente 1,5 bilhão de pessoas.

A Índia, outro gigante mundial, ainda tem a pirâmide populacional parecendo levemente uma pirâmide, mas o número de filhos vem diminuindo. O pico ocorrerá por volta de 2055, com 1,6 bi de habitantes! Ou seja, a Índia será mais populosa do que a China, em futuro próximo.

E o Brasil?

Pelo gráfico, vem envelhecendo, aos poucos. Vai manter por bastante tempo em torno de 200 milhões de habitantes.

Os EUA têm um perfil esbelto, e vai continuar crescendo segundo as projeções.

A África tem o gráfico parecido com um pirâmide. Populações com menor desenvolvimento econômico apresentam perfil semelhante.

Já a Europa, envelhecida:

O site também permite voltar para o passado e ir para o futuro. Vejamos o BR. Nota-se claramente o efeito de envelhecimento da população.

Muito estranho é o caso de países asiáticos, como o Japão, onde as pessoas estão tendo menos filhos do que o número mínimo de reposição. Ou seja, a tendência é de envelhecimento e diminuição da população!

No Japão de hoje, já existem situações de escolas vazias por falta de alunos.

O mesmo ocorre com a Coreia do Sul, envelhecendo e decrescendo populacionalmente.

O grande Peter Drucker dizia que demografia o futuro que já aconteceu, é como uma bomba-relógio!

Quase todo o mundo desenvolvido terá que conviver com populações envelhecidas e poucos filhos.

E, por fim, o mundo como um todo deve continuar crescendo continuamente, até estabilizar perto de 10 bilhões de pessoas em 2100!

A Guerra de Canudos em Quadrinhos

Recomendação de leitura: A Saga de Canudos.

É uma história em quadrinhos bastante curta, ilustrando o episódio da Guerra de Canudos, e focada em seu ilustre protagonista, Antônio Conselheiro.

Os conflitos ocorreram entre 1896 e 1897, num período logo após a Proclamação da República do Brasil.

Link da Amazon: https://amzn.to/3ivWGNc

Antônio Conselheiro era um pregador, que viajava o Nordeste do Brasil. Ele criticava duramente a República, dizendo ser materialização do AntiCristo, pelo Estado ser laico. Outro ponto eram os altos impostos para financiar o novo governo. O profeta foi ganhando seguidores, e se estabeleceu numa fazenda, batizada como “Belo Monte”, mas que ficou conhecida na história como “Canudos”.

A comunidade de Canudos cresceu ao ponto de ter 25 mil habitantes. Seus seguidores: ex-escravos (foi um período logo após a abolição da escravatura), vagabundos, pessoas sem esperança, sem nada a perder. Era uma comunidade onde toda a produção era compartilhada entre os moradores.

Canudos começou a incomodar, por ser abertamente contra a República, e também por estar crescendo.

Foram 4 ataques militares, crescentes em termos de soldados e armamento, até finalmente Canudos ser completamente destruída.

“O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão” – Antônio Conselheiro

“Os Sertões”, de Euclides da Cunha, é uma das maiores obras da literatura brasileira, e narra o episódio. Lembro porque caía no vestibular, e o livro era bem difícil de entender.

“E surgia na bahia o anacoreta sombrio, os cabelos crescidos até os ombros,​ barba inculta e longa; face acaveirada; olhar fulgurante” – Euclides da Cunha.

Até hoje não sei o que significa “Anacoreta”…

Ironicamente, o sertão de Canudos realmente virou mar. O açude de Cocorobó colocou as ruínas da cidade debaixo da água.

Vale a pena conhecer um pouco mais deste episódio da cultura brasileira.

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/com-a-estiagem-cidade-de-canudos-volta-a-aparecer-apos-17-anos/

Dicas para ter um infarto produtivo em tempos de trabalho remoto

1 – Trabalhe de 9 da manhã até 9 da noite, ou nem tenha hora para parar, inclusive finais de semana e feriado

2 – Não perca tempo com a esposa, ou os seus pais, afinal, eles só atrapalham mesmo

3 – Ao invés de brincar com os seus filhos, fique no celular mandando piadinhas pelo zap ou navegando no Instagram

4 – Peça fast food pelo delivery, um hambúrguer duplo, batata frita grande com queijo, e engula em 10 minutos – nada de frutas, verduras ou comida caseira, numa refeição tranquila

5 – Ao invés de tomar água, beba muito refrigerante, café ou álcool

6 – Não faça nenhuma espécie de exercício físico

7 – Quando com dificuldades para dormir, não hesite em tomar calmantes, e de manhã, tome estimulantes e energéticos para ficar pilhado o dia todo

8 – Pague para ver Big Brother Brasil, nada de gastar um centavo sequer com um bom livro (o site https://ideiasesquecidas.com/ tem excelentes recomendações, não o acesse)

9 – Com o dinheiro acumulado, faça compras on-line de tranqueiras que não precisa, ou se endivide para comprar um carrão que não pode pagar

10 – Nunca ande pela natureza, ouça uma boa música ou reflita sobre sua vida

Seguindo os passos acima, cedo ou tarde o miocárdio vai pagar a conta – seja em tempos de trabalho remoto ou não.

Veja também:

A Marcha – John Lewis e Martin Luther King

Recomendação de quadrinhos históricos para o fim de semana.

A Marcha, sobre a luta do senador americano John Lewis pela igualdade racial, nos turbulentos anos 60.

Link da Amazon:

A Marcha: Livro 1 – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade

Lewis, desde pequeno, demonstrava extremo interesse em estudar.

Na época da colheita, o pai dele não deixava os filhos irem à escola. Lewis, inconformado, um dia se escondeu do pai e pegou o ônibus assim mesmo. Tomou uma surra na volta; nos dias seguintes fez o mesmo, até que o pai desistiu.

A primeira vez que ele ouvira falar de Martin Luther King foi no rádio. Lewis era um garoto de 14 anos, e Luther, um pastor que lutava pela igualdade de direitos civis.

Um dos episódios que desencadeou inúmeros protestos foi quando uma mulher negra chamada Rosa Parks se recusou a dar seu lugar para um homem branco, no ônibus.

Anos mais tarde, Lewis foi um dos líderes do movimento, em sua cidade de Nashville.

Uma das características mais notáveis do grupo foi a não-violência, inspirado em atos similares promovidos por Gandhi, na Índia.

Eles tinham até oficinas de não violência. Treinavam para ver o comportamento da pessoa. Os candidatos eram sujeitos a xingamentos, ofensas raciais, cusparadas e tudo mais, para testar os limites. Era necessário suportar tudo isso sem revidar, para estar à frente das ações.

O primeiro alvo foram restaurantes que não serviam pessoas de cor.

O movimento pedia para comprar algo, o pedido era negado, e iam embora. Só isso.

A seguir, passaram a pedir para chamar o gerente e tentar dialogar. O restaurante se recusava, e o serviço era encerrado. O grupo ficava o resto do dia ali, sentado às mesas, sem ação.

À medida que ganhavam notoriedade na imprensa, mais e mais pessoas se juntava ao grupo. Chegaram e ter mais de 200 integrantes.

A sociedade branca revidou, com ofensas, insultos, agressões.

Teve um momento em que as prisões ficaram cheias de manifestantes. Era tanta gente, que o juiz estabeleceu uma fiança pequena, a fim de que todos fossem embora, porém, o grupo se recusou a deixar a prisão – ou seriam inocentados, ou continuariam ali.

A vitória veio tempos depois, quando as leis que permitiam a segregação foram abolidas.

Há um volume 2 do livro, que ainda não li completamente. Há também um terceiro volume da série, porém ainda não foi lançado no Brasil.

Link da Amazon:

A Marcha – Livro 2

A série venceu ganhou um prêmio Eisner de melhor história em quadrinhos baseada em fatos reais.

O senador Lewis faleceu em 2020, e Martin Luther King Jr, em 1968, assassinado.

Bônus: o discurso “I have a dream”, de Martin Luther King, é um dos mais famosos e poderosos da história. Vale a pena ouvir.

A internet é um lugar vasto

Pouca gente entendeu o poder da internet.

A internet não liga para o seu status. Seus títulos, sua idade. Sua aparência, sexo.

E está só começando. Cerca de 50% das pessoas do mundo estão conectadas, e este número só tende a aumentar, em número de conexões e também no tempo de conexão das que já estão conectadas.

Não há mais fronteiras físicas.

Há milhares de oportunidades (e perigos), no vasto mundo da internet.

Há algumas dezenas de anos atrás, li um história em quadrinhos sobre a Unimente. Um povo alienígena, com uma inteligência coletiva superior, extremamente maior do que a soma das inteligências individuais. Eles se comunicavam por telepatia, e cada um contribuía um pouquinho para o todo.

Pois bem, a internet é a nossa unimente. Ao invés de telepatia, temos wireless.

Segue um desafio: Fazer um real pela internet.

O gráfico do sucesso e o gráfico da felicidade

Um professor que tive, há muito tempo, relatou o encontro de 20 anos de formado da sua turma. A conversa era sempre algo do tipo: “E aí, há quanto tempo! Olha só, quanto você está ganhando?”

Hoje, na minha vez de ter quase tanto tempo de formado, vejo que o comentário do professor estava correto. A pergunta não é tão explícita assim, mas envolve de alguma forma status e comparações sociais.

Lembra bastante o “Gráfico do sucesso” abaixo. Para cada faixa de idade, existem as “conquistas” desejadas, e para a faixa da meia-idade, dinheiro e status social são destaque.

Porém, mais importante do que o “Gráfico do sucesso”, é o “Gráfico da felicidade”. É basicamente a mesma curva, porém ao contrário.

Ironicamente, somos mais felizes quanto mais jovens ou mais velhos, quando não temos expectativa de nada. Quanto mais conseguimos, mais infelizes somos.

Justamente o ponto mais baixo da felicidade é quando temos tudo de tudo: ainda jovem o suficiente, com família, economicamente ativo, já em posição madura em sua ocupação…

O desafio é fazer justamente o oposto do que todo mundo faz. Quando no auge do gráfico do sucesso, não buscar mais dinheiro ou status, e sim, desfrutar do que tem, aproveitar a família e amigos, ler e viajar (difícil atualmente), e, principalmente, dedicar esforços em alguma contribuição legal a deixar como legado para as pessoas, seja um blog com ideias espertas, seja trabalho voluntário, ou alguma outra contribuição. Pelo menos, é assim que penso.

Trilha sonora: The Beatles – Money

Veja também:

Aforismos sobre limites, virtude e inovação

Estabelecer limites claros

Eu tenho um colega, que sempre ao início de um novo projeto com uma nova equipe, expõe os seus limites e pede para todos do grupo fazerem o mesmo.
Não temos que estar disponíveis 100% toda hora. Eu falei, por exemplo, que não gosto de trabalhar após as 19h (prefiro começar cedo, 5h da manhã por exemplo). Saber os limites de cada um liberta, ao invés de restringir. Podemos avançar limites de vez em quando, porém, o acúmulo desses incomoda. É melhor saber os limites de cada um de antemão.

Inovação

“Inovação não tem a ver com quantos dólares se dedica a pesquisa e desenvolvimento. Quanto a Apple apareceu, a IBM estava gastando pelo menos 100 vezes mais em P&D. Não tem nada a ver com dinheiro. Tem a ver com as pessoas que temos, como nos conduzimos e quanto entendemos do assunto” – Steve Jobs

“Quem tem o por quê pode suportar o como”

Friedrich Nietzsche

Porque reinventar a roda:

“O que não consigo criar, não consigo entender” – Richard Feynman, brilhante físico americano.

A recompensa da virtude é a própria virtude

A felicidade está no caminho, e aqui e agora.

A recompensa do trabalho bem feito é o próprio trabalho.

Os produtos japoneses são extremamente bem feitos. Vide carros como a Toyota, que não quebram.
Tenho uma garrafa térmica há uns 15 anos, de uma marca chamada Zojirushi. Ela é simples e bonita. O encaixe da tampa é perfeito: entra só de um jeito e para exatamente onde a marca indica para parar – nem a mais nem a menos. E funciona bem demais. Simples e perfeita.


Ninguém nunca vai chegar para os projetistas e operários que fizeram a minha garrafa térmica e dizer “Bom trabalho, sua garrafa funciona até hoje”. A recompensa de um bom trabalho é o próprio trabalho.