Pequeno desafio do mês de Dez/21

Fazer uma flexão por dia, todos os dias.

Qual a lógica de fazer uma flexão por dia?

É baseado na teoria dos microhábitos. O objetivo não é fazer tão pouco, e sim, ser algo simples o suficiente para superar a barreira da ativação. Daí para a frente, pode-se fazer quantas flexões forem necessárias.

Tipo a Lei da Inércia de Newton. O que está parado tende a continuar parado. O que está em movimento tende a continuar em movimento.

Tente fazer uma flexão por dia em Dezembro. Funciona bem.

O desafio do mês passado era fazer um pedido relevante a alguém e tomar um NÃO. pedir algo bem difícil de conseguir.

A estrada não trilhada

“A estrada não Trilhada” é um belo poema de Robert Frost, publicado em 1916. É sobre tudo o que poderia ser feito, todos os caminhos não trilhados. Só conseguimos pegar um caminho por vez, e não há volta – ou teremos perdido tempo ou o caminho levará a outros.

A estrada não Trilhada – Robert Frost
Tradução livre – Arnaldo Gunzi

Duas estradas divergem num bosque amarelo,
E infelizmente não posso trilhar ambas
Sendo apenas um viajante, por um tempo parei
E olhei tão longe quanto pude
Para onde uma delas dobrava no terreno

Então tomei a outra, tão boa quanto,
E sendo talvez mais atrativa,
Porque tinha mais grama e menos desgaste;
Embora os que passaram lá
Tenham desgastado ambas quase iguais.

E, naquela manhã, ambas equivalentes
Em folhas que passo algum escureceu.
Oh, deixei a primeira para outro dia!
Porém, sabendo como um caminho leva a outros caminhos,
Duvidei se um dia eu voltaria.

Eu contarei isso com um suspiro
De algum lugar daqui a eras e eras:
Duas estradas divergiam num bosque, e eu –
Eu tomei a menos trilhada,
E isso fez toda a diferença.

The Road Not Taken
BY ROBERT FROST

Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;

Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,

And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.

I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.

https://www.poetryfoundation.org/poems/44272/the-road-not-taken

Veja também:
https://ideiasesquecidas.com/2015/08/11/eu-sou-o-mestre-do-meu-destino-eu-sou-o-comandante-da-minha-alma-2/

Recomendações: Orfeu do Carnaval e Prenda-me se for capaz

Zapeando pelo Amazon Prime Video, descobri que filme “Orfeu do Carnaval”, de 1959, está no catálogo atual.

É um filme interessante pelo contexto histórico. Foi este que iniciou a parceira Tom Jobim – Vinícius de Moraes, e, consequentemente, algumas das mais belas canções já escritas até hoje.

“Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar”

Além disso, sem o “Orfeu Negro”, possivelmente talvez não tivéssemos Barack Obama. Vide detalhes desta história aqui (https://ideiasesquecidas.com/2018/01/17/orfeu-tom-vinicius-e-obama/).

Link para assinatura do Prime Video:

https://amzn.to/3D1pWBZ

Aproveitando o post, segue outra recomendação do catálogo. “Prenda-me se for capaz”.

Engenheiros “hard code” como eu tendem a dar muita importância à tecnologia e algoritmos. Porém, o que hackeia de verdade sistemas é a chamada engenharia social, da qual Frank Abagnale Júnior era mestre.

Por volta da década de 1960, o jovem Abagnale já hackeava o sistema: golpes com cheques sem fundo cada vez mais elaborados, diplomas falsos para obter posições, subterfúgios os mais diversos possíveis para convencer as pessoas e fugir da polícia.

Abagnale era tão bom no que fazia que passou a colaborar com a polícia apó cumprir sua pena, para evitar golpes como os que ele aplicava, e até hoje, ele dá aulas e tem livros sobre segurança da informação.

Livro do Frank Abagnale. Scam me if you can:
https://amzn.to/3cUTrLd

Já vi o filme mais de uma vez desde o lançamento, em 2002, e sempre me surpreendo.

Ficam as dicas.

A Espiral musical em Excel

A “Espiral musical”, a figura abaixo, é construída somente com retas e uma regra simples de ângulos.

Ela é baseada num vídeo enviado pelo amigo Maurício Cota.

Comece com uma reta qualquer. Depois, trace uma nova reta, adicionando uma rotação com um ângulo.

Continue a sequência, agora adicionando reta com 2*ângulo, depois 3*ângulo…

Na sexta iteração:

Com 100 iterações:

O arquivo Excel aqui (https://1drv.ms/x/s!Aumr1P3FaK7jn2acOg89jOQF3Kl4) implementa a rotina, podendo variar ângulos, tamanho da reta e número de iterações.

Dica: Para plotar uma reta no VBA, basta usar o comando abaixo.

    ActiveSheet.Shapes.AddConnector(msoConnectorStraight, x1, y1, x2, y2).Select

Este vai plotar uma reta começando nas coordenadas (x1,y1) e terminando em (x2,y2).

Alguns exemplos:

Mudando um pouco a rotina, é possível fazer degradê de cores.

Outra dica é colocar um ângulo fracionário. Isso porque um ângulo inteiro uma hora vai se tornar periódico, e a figura não será tão legal.

Trilha sonora: O Rancho das Flores, de Vinícius de Moraes e Johann Sebastian Bach

Vinicius de Moraes – Rancho das flores, com Toquinho e Clara Nunes. – YouTube

Veja também:

https://ferramentasexcelvba.wordpress.com

Sapiens – os pilares da civilização

A dica desta Black Friday é o recém lançado “Sapiens – os pilares da civilização”, versão em quadrinhos da obra prima de Yuval Harari.

É o segundo volume de quatro. Este volume mostra a revolução agrícola, cerca de 12 mil anos atrás, como o homem dominou o trigo (ou será que foi o trigo que dominou o homem?), a domesticação dos animais – hoje temos mais de 5 bilhões de cabeças de gado, ovelhas e porcos, e 20 bilhões de frangos (seria isso um sucesso para os animais domésticos ou um fracasso?).

A agricultura permitiu que o ser humano se fixasse num lugar, ao invés da vida nômade, porém a armadilha da agricultura é que agora ele tinha que trabalhar exaustivamente mais do que o caçador coletor de antigamente, e o ganho de produtividade foi compensado pelo maior número de filhos a alimentar.

Os melhores locais para agricultura e o enorme trabalho de cultivo tornaram os terrenos naturalmente mais valiosos, de modo que a propriedade privada surgiu logo a seguir. Brigas entre vizinhos, também.

Os excedentes da agricultura também puderam suportar uma elite privilegiada. O Homo Sapiens demorou 300 mil anos para chegar à agricultura, e em meros poucos milênios, já surgiam grandes civilizações como a Babilônia antiga.

Para efeito de comparação:

  • Oásis de Jericó: 10 mil anos atrás, 1 mil habitantes
  • Mesopotânia: 5 mil anos atrás, 100 mil habitantes
  • Vale do Nilo: 4,5 mil anos atrás, 1 milhão de habitantes
  • Dinastia Qin (China): 2,2 mil anos atrás, 40 milhões de súditos

O trabalho tem desenhos magníficos como o seguinte.

Como fazer com que milhões e milhões de pessoas cooperem o mais pacificamente possível?

A resposta: através da ficção. O que seriam as leis, a ética social, e até as religiões, senão regras artificiais criadas pelos próprios seres humanos?

O código de Hamurabi, o do “olho por olho, dente por dente” foi um dos primeiros conjuntos de regras. A declaração de indepência americana, milênios depois, é outro exemplo.

Um último tópico neste resumo: os números. O cérebro das pessoas evoluiu para caçar e coletar, não para fazer contas exatas (até hoje, uma porcentagem enorme de pessoas têm dificuldade com matemática). Porém, a fim de organizar uma civilização gigantesca, é preciso registrar propriedades, produção, riqueza.

A invenção dos números é como se fosse um cérebro exterior, assim como a invenção da escrita.

“Sapiens” é uma obra monumental, abordando temas diversos desde o surgimento do homem até os dias atuais. É claro, para todos os tópicos há opiniões divergentes, e não precisamos concordar com tudo o que Harari descreve, precisamos mesmo é refletir sobre os temas e chegar à nossas próprias conclusões.

Link da Amazon, versão quadrinhos volume II:
https://amzn.to/3FNUjgT

Livro Sapiens:
https://amzn.to/2ZsOshE

Veja também:

Mil dólares para quem resolver o “Desafio 14-15”

Em 1890, o designer de jogos e puzzles Sam Loyd ofereceu 1000 dólares para quem resolvesse o “Desafio 14-15” abaixo.

Consiste num tabuleiro 4×4 com um vazio, e as peças deslizam para o espaço vazio.

Note que as posições 14 e 15 estão invertidas, e o objetivo é arrumar o tabuleiro todo em ordem crescente.

O desafio e a facilidade de mexer no joguinho tornaram o mesmo uma febre, à época. Porém, desde então, o problema nunca obteve uma solução válida, por um motivo muito simples: é impossível.

Muita gente já deve ter brincado com esse quando criança, mas com a versão solúvel do mesmo (ou seja, o 14 e 15 na posição correta). Vou chamar a versão solúvel de “Puzzle do 15”, ao invés de “Desafio 14-15”.

Segue uma versão Excel do “Puzzle do 15”.

Um duplo clique na célula vai mover a peça para o posição vazia adjacente.

As macros devem estar ativadas para funcionar.

Link para download: https://1drv.ms/x/s!Aumr1P3FaK7jn2Lesl-PB1Z-O3Yi.

Também deixei a planilha no Github: asgunzi/Puzzle-do-15-Excel: Versão Excel do Puzzle do 15 (github.com)

Sobre a insolubidade do “Desafio 14-15”

A prova tradicional consiste em encontrar uma propriedade invariante, e mostrar que o 14 e 15 trocados não respeitam a propriedade.

A invariante, no caso, é a paridade do número de permutações. Porém, eu fiquei o dia inteiro pensando numa prova mais intuitiva e menos formal, que vou explorar a seguir.

Imagine não que as peças se movem, mas que o vazio se move.

Para que o espaço vazio comece e termine no canto inferior direito, ele tem que fazer um circuito fechado. Pintando de outra cor as células que sofreram alteração. Lembre-se de que a seta indica o espaço vazio que se move, então a peça cheia move-se no sentido contrário da seta.

Note que a peça vazia teve que ir para a esquerda e depois voltar para a direita, subir e depois descer.

Todas as vezes que a peça vazia subir, uma hora vai ter que descer; todas as vezes que for para a esquerda, uma hora deve voltar à direita, para que termine no canto inferior direito.

Outro tour possível:

O vazio andou dois para esquerda, dois para a direita, um para cima e um para baixo.

Um tour um pouco mais complicado, mas é a mesma lógica.

Agora, olhe para o “Desafio 14-15”:

Imagine começar da configuração possível e tentar chegar nessa configuração 15-14.

É uma posição esquisita, porque se o vazio percorrer somente a última linha, ele tem que ir à esquerda e voltar à direita, e nada vai mudar de lugar.

Se o vazio subir e descer, teria que bagunçar alguma coisa na linha de cima.

Se bagunçar e tentar consertar a linha de cima, automaticamente conserta a de baixo também, nunca chegando à posição 15-14.

É uma prova informal, só para dar uma intuição.

A prova mais formal diz que a paridade da permutação, mais a “distância de táxi” do vazio tem que ser par, porque quando muda uma coisa, a outra muda também.

O mais importante: Divirta-se com o “Puzzle do 15”!

Veja também:

15 puzzle – Wikipedia

Parity of a permutation – Wikipedia

Um Einstein vale mais do que uma legião de PhDs robóticos

Excelente reflexão de Naval Ravikant (https://nav.al/einstein).

A China está formando mais graduados em ciência do que os EUA e qualquer outro país no mundo.

Porém, isso não significa necessariamente que estão saindo inovadores, muito pelo contrário.

A cultura chinesa em estudos é fortemente baseada em estudar o que já existe e memorizar de cabo a rabo, na verdade destruindo a criatividade e criando imitadores.

Criatividade vai de 0 a 1.

Um Einstein vale mais do que uma legião de PhDs robóticos.

Podcast do Naval:

Veja também:

O Quadro Branco do Office

Um post da minha lista de Excel.

Ferramentas em Excel-Vba

Na época do trabalho presencial, uma boa forma de comunicação era utilizar o quadro branco para ilustrar os conceitos. Como fazer o mesmo no Teams?

Na era do trabalho híbrido, uma dica é utilizar o MS Whiteboard, que vem com o Office 365.

Ir em office.com -> apps

Todos os aplicativos | Microsoft Office

Clicar no whiteboard da lista

Vai abrir um quadro branco, com opções de caneta, borracha, etc.

É possível inserir texto, formas, imagens, tudo de modo bem amigável.

Fica a dica.

Ideias técnicas com uma pitada de filosofia.

https://ideiasesquecidas.com/

Ver o post original

Uma moça formosa, o último Teorema de Fermat e o Prêmio Wolfskehl

Como um amor não correspondido pode influenciar num dos teoremas mais famosos da matemática?

O alemão Paul Wolfskehl, descendente de um banqueiro, era médico de formação, porém, também estudou matemática nas universidades de Bonn e Bern, em torno de 1880.

Nessa época, ele estava terrivelmente apaixonado por uma jovem moça do seu círculo social. Contudo, já desde esta época, jovens nerds não atraíam moças formosas. Após inúmeros “foras”, ele tinha perdido totalmente as esperanças de um casamento, e também a motivação de viver…

Decidido, Wolfskehl planejou cuidadosamente o seu suícidio. Marcou data e hora exatas, testamento feito e todos outros procedimentos completos para o ritual.

Entretanto, ele tinha sido eficiente demais, e ainda faltavam várias horas para o momento previsto. Para matar o tempo, ele decidiu estudar sobre um curioso teorema que tinha acabado de ser provado.

Este era o último teorema de Pierre de Fermat, que estava fascinando matemáticos desde sua formulação, em meados de 1600.

O grande Teorema de Fermat afirma que não existem números inteiros a, b e c, para n>2, tais que:

a^n + b^n = c^n

Para n = 2, este se reduz ao famoso Teorema de Pitágoras, que todos nós estudamos no primeiro grau.

Na época de Wolfskehl, acreditava-se que o teorema tinha sido provado, pelo matemático Augustin Cauchy. Um teorema resolvido não apresenta um desafio. São os desafios das conjecturas não resolvidas que movem os matemáticos, como se fosse uma corrida do primeiro ao chegar ao topo do Everest ou ao Pólo Sul.

Na fatídica madrugada de seu suicídio, Wolfskehl passou horas concentrado, e descobriu um erro lógico na formulação de Cauchy. Com isso, o Teorema de Fermat continuava de pé!

Melhor ainda, quando Wolfskehl completou o raciocínio, o horário do suicídio já tinha passado.

Motivado pela deusa da Matemática, infinitamente mais bela do que qualquer contrapartida feminina, Wolfskehl decidiu continuar a viver.

Para a tristeza de seus parentes e de seu mordomo, Wolfskel tinha outros planos para o seu testamento. Agora, ele oferecia um prêmio de 100 mil marcos (equivalente a 1 milhão de libras em dinheiro atual), para quem decifrasse o Último Teorema de Fermat.

A notícia de que o teorema continuava não resolvido e o prêmio oferecido ajudaram a aumentar o interesse no tema, nas décadas seguintes.

O Último Teorema de Fermat foi finalmente provado cerca de 100 depois, por Andrew Wiles.

Essa história curiosa foi publicada no livro “O último teorema de Fermat”, por Simon Singh, recontada aqui com alguma simplificação aqui, algum exagero acolá.

Link da Amazon para o livro:

https://amzn.to/30ny8Pd

Veja também:

https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Wolfskehl

https://simonsingh.net/media/articles/maths-and-science/the-wolfskehl-prize/

Gandhi ensina assertividade

Uma história provavelmente apócrifa sobre Gandhi, mas mesmo assim, divertida.

” Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça.

Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

O prof. disse:
– Sr. Gandhi, sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

Ok, Prof….. Já estou voando…… e foi para outra mesa.

O prof. aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

Então resolve fazer a seguinte pergunta:

– Sr. Gandhi,
indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro.

Com qual deles ficava?

Gandhi respondeu….
– Claro que com o dinheiro, Prof.!

– Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a Sabedoria.

– Tem razão prof, cada um ficaria com o que não tem!

O prof. furioso escreveu na prova “IDIOTA” e lhe entregou.

Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:
E disse…

– Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!

Moral da historia.
Semeie a Paz, Amor, compreensão.
Mas trate com firmeza quem te trata com desprezo.
Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas…

Veja também:

O que é Eudaimonia?

A busca pela Eudaimonia já me guiou em diversos momentos da vida, e também já me fez ler a “Ética a Nicômaco” do filósofo grego Aristóteles, que até hoje é uma das referências no tema.

Eudaimonia é um termo da filosofia grega, e significa algo como “felicidade”. Mas não é qualquer felicidade, é felicidade pela virtude. Isso porque uma pessoa pode tentar buscar felicidade por meios fugazes, como utilizar drogas ou vícios nocivos a longo prazo. Eudaimonia é uma palavra melhor do que felicidade.

Virtude de fazer aquilo para o qual você veio ao mundo para fazer. Sabedoria para que a pessoa alcance todo o seu potencial de excelência.

O ponto de vista grego era o de um universo com ordem. Uma semente de trigo gera trigo, um embrião de sapo vira um sapo. Um potencial sapateiro que alcance a excelência de ser um grande sapateiro, um potencial guerreiro que alcance a excelência de ser guerreiro, um potencial filósofo que alcance a excelência de ser filósofo.

Eudaimonia é alcançar a plenitude de seu potencial.

Para quem quiser saber mais sobre o tema e ver interpretações outras, há diversas fontes na internet. Especialmente interessantes são: o livro original de Aristóteles (descrito abaixo) e as aulas do prof. Clóvis de Barros Filho, pela sua didática.

Link da Amazon: https://amzn.to/3c3tVCK

4 segredos para uma newsletter de sucesso

Administro uma newsletter com mais de 300 usuários, além de escrever um blog há mais de 5 anos.

Separando quatro boas dicas para quem quer começar:


1 – Agregar valor e foco no usuário

O conteúdo da newsletter deve ser relevante para quem vai utilizar. Dicas, tutoriais, novas ideias. Conteúdo é rei.

O foco não é mostrar o quanto você é bom. O foco deve ser o leitor. Ele é o herói. Quanto mais você der, mais receberá em retorno.


2 – Consistência
É comum a pessoa começar uma newletter e enviar muitos e-mails no início. Depois de algumas semanas, escassear e finalmente abandonar a ideia.

Muito melhor é ser consistente. Disciplina é tudo. Frequência constante de envios por semana, devagar e sempre como a tartaruga de Esopo.

Não é uma corrida de 100 m, é uma maratona.


3 – Usar a “armadilha da leitura”

Qual o objetivo do título? Atrair o leitor a ver o sub-título.

E o sub-título? Deve levar o leitor a ler a primeira linha do texto.

E assim sucessivamente, até a última linha.

O texto deve ser agradável, curioso e atrativo o suficiente para conduzir o leitor à linha seguinte, até chegar ao final. Esta é a “armadilha da leitura”.


  1. Treinar, treinar e treinar

A teoria é boa, mas o que interessa é a prática.

O único jeito de escrever bons textos é… escrevendo de verdade. No início, os textos podem não ficar muito bons. Depois de tempo e esforço, certamente bons resultados virão.

E o que você está esperando? Manda bala.

Veja também: