Um pavão na terra de pinguins

Um pavão muito talentoso é convidado a trabalhar na terra dos pinguins. Estes dominavam o Mar das Organizações, são altos executivos, sempre no poder.

A empresa falava de meritocracia, diversidade e inovação, e isso empolgou o pavão.

No começo, foi tudo bem. Porém, ficou claro que o pavão era diferente.

Começaram a surgir críticas:

– Você fala alto demais, tente maneirar!

– Sua cauda aberta ocupa muito espaço, deixe fechada!

– Suas penas são muito coloridas, use este terno de pinguim!

Quanto ele deveria mudar para se adequar às normas sociais?

O pavão acabou demitido… mas ele, e outras tantas aves, encontraram o seu lugar na vasta Terra da Oportunidade, onde pelo menos eles poderiam ser eles mesmos.

Vi num sebo o livrinho “Um pavão na terra de pinguins”. Não tive dúvidas, afinal, este foi uma recomendação do prof. Carlos Viveiro.

Bons hábitos precisam de um gatilho

Bons hábitos são essenciais para atingir objetivos.

Uma dica que gosto é a de criar gatilhos para disparar hábitos. São associações simples e únicas.

Por exemplo. Todas as vezes em que estou num avião, leio um livro (de preferência, físico).

Já que o celular tinha que ser desligado mesmo, era uma chance de ter muita concentração.

Acabei de ler o muito bom livro “Inovação holográfica”, de Charles Bezerra. Este fala que vemos o mundo de forma fragmentada, a Lei do esforço reverso (quanto mais desejamos fazer algo, menos teremos sucesso), ação gentil e harmonia.

Hoje em dia, as pessoas podem usar o celular em modo avião. Contudo, prefiro deixá-lo desligado, e devorar um livro no trajeto…

Agradecimentos ao Rogerio Salamuni pela indicação do autor.

Não use o celular em reuniões!

Uma dica simples e útil.

Não fique olhando o celular no meio de reuniões. Desligue esse negócio.

Principalmente nas importantes (aliás, aprender também a recusar ou delegar as não importantes).

O celular vicia, torna-se um hábito, e quando menos esperamos, estamos enviando mensagens no whatsapp, respondendo a e-mails, ou fazendo alguma outra coisa vazia que poderia ser feita em outra hora (ou nem precisaria ser feita).

Com tantas inúmeras distrações, o FOCO talvez seja o bem mais escasso dos dias atuais.

Dê às pessoas a atenção que elas merecem.

O “cubo fantasma”

O “cubo fantasma” é o da foto abaixo. É um cubo mágico 3x3x3, porém sem cores e completamente assimétrico.

Juro que demorei mais de um ano para resolver este cubo maluco (não contínuos, mexendo de tempos em tempos).

Isto porque a grande dificuldade é saber qual a posição final da peça. Em comparação, no Rubik comum, pelas cores é fácil saber para onde a peça deve ir. No cubo fantasma, praticamente impossível!

Para mim, virou uma busca exaustiva, tentando encaixar peça a peça, girar, tentar encaixar.

Não vou postar um tutorial, porque os algoritmos são os mesmos do Rubik normal. Há, porém, alguns cuidados a tomar.

Uma dificuldade é que a posição final, mostrada abaixo, não é a posição de girar o cubo. Para girar o cubo, temos que girar cada layer para fazer coincidir as peças de centro e edge – e torna mais difícil ainda reconhecer a posição das peças.

Outra dificuldade é que a peça de centro de cada face, no Rubik comum, não gira – ou melhor, gira mas não importa. Já no caso do Fantasma, a peça central é assimétrica, então o giro é necessário. Deve-se mapear nos algoritmos quais delas giram o centro da face.

Uma última dificuldade. Há peças que encaixam certinho no lugar de outras. Acabei trocando a posição das peças assim, sem querer, o que me jogou num beco sem saída no final. Tive que voltar vários movimentos somente para encaixar a peça correta.

E, por fim, um link do Ghost cube, e uma sequência de fotos deste sob vários ângulos (é para me ajudar da próxima vez que for resolvê-lo).

https://ruwix.com/twisty-puzzles/3x3x3-rubiks-cube-shape-mods-variations/ghost-cube/

Você pode (e deve) gerenciar o seu chefe

Como assim, não é o chefe que te gerencia? Sim, porém, podemos tornar o trabalho do chefe mais efetivo, segundo o grande Peter Drucker:

– Perguntar, uma vez por ano, o que posso fazer para ajudar no seu trabalho.

– Não há duas pessoas com as mesmas habilidades. A tarefa do subordinado não é reeducar o chefe, mas permitir que ele performe o máximo de si. Como um time, maximizar forças e diminuir fraquezas.

– Manter o chefe informado. Nunca o colocar numa situação de surpresas.

– Nunca subestime o seu chefe.

Há mais do que um chefe numa organização. Um chefe é qualquer um que tem o poder e influência sobre seu trabalho.

Por minha experiência própria, até mesmo os Brigadeiros da Aeronáutica são abertos a objeções do 1o Tenente, contanto que tenha embasamento técnico, lógico, e que seja respeitoso (como devemos ser com todos).

Gerenciar o chefe é a segunda dica que mais gosto em seu livro “Management”, publicado originalmente em 1973 e relançado muitas vezes.

Peter Drucker não é velho. É clássico. Clássicos são imortais.

Teste: O problema de Josephus

O problema de Josephus

Diz a lenda que um certo Flavius Josephus, durante uma guerra, se encontrava entre um bando de 41 judeus rebeldes encurralados pelos romanos em uma caverna.

Os rebeldes formam um círculo e começam a partir de certo ponto a executar a terceira pessoa numa direção.
Sabe-se que Josephus sobreviveu. Em que posição ele estava para ser o último?

De forma geral, dada uma função (número de pessoas, passos), em que posição Josephus deve ficar para se salvar?

Ferramentas em Excel-Vba

O problema de Josephus é um jogo com dois parâmetros: número de participantes e distância entre eliminações.

Diz a lenda que um certo Flavius Josephus, durante uma guerra, se encontrava entre um bando de 41 judeus rebeldes encurralados pelos romanos em uma caverna.

Os rebeldes formam um círculo e começam a partir de certo ponto a executar a terceira pessoa numa direção.
Sabe-se que Josephus sobreviveu. Em que posição ele estava para ser o último?

Por exemplo, para 7 participantes e eliminar a cada 3:

Na primeira rodada, elimina o número 3.

Pulando mais três, eliminar o número 6.

Depois, é a vez do número 2.

Depois, o número 7 – note que o 3 e o 6 já tinham sido eliminados.

Na sequência, o 5 e o 1.

No final das contas, o número 4 é o vencedor. Neste jogo, Josephus deveria ficar na posição 4 para sobreviver!

Desafio:…

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Do you know about Toastsmaster?

It is a high quality club, to improve skills on presentation and leadership.

I’ve just attended a Toastmasters meeting. I am impressed! Very impressed!

It was at Vila Olímpia’s club, an English speaking meeting.

http://toastmastersbrasil.org/

I saw almost perfect speeches of the members, regarding every aspect of a good presentation: posture, body language, grammar, voice, energy.

Time was controled by three lights (green, yellow, red) – it’s a good idea to copy.

The meeting was very well organized, and each member assumes a different role per meeting. Besides speeches, other goal is to develop leaders.

It is a club, so the own members are the ones responsible for the organization and feedbacks.

For the newbies like me, there are some development paths and a mentor.

The idea is to learning practicing, to achieve higher levels of quality. I highly recommend my friends to join a quality club like ToastMasters!