Arábia Saudita – o Poder da Geografia

Minhas notas, capítulo sobre a Arábia Saudita, do livro “O Poder da Geografia”, de Tim Marshall.

O nome do país é composto de duas partes, Arábia e Saudita.

Saud é o nome de uma família, que controlava uma região menor. A região foi vastamente expandida há uma centena de anos. Se o país é o nome de uma família, o que acontece a quem não é da Casa de Saud?

Os Saudis fazem a política, e outro grupo, Wahabis, a religião. Ambos expandiram região de influência, agregandos outros emirados menores. Isso explica a tensão que existe atualmente.

Atualmente, há 34 milhões de pessoas, religião islâmica sunita.

A Arábia Saudita cobre grande parte da península arábica. Não há muito mais do que petróleo e areia. É uma área desértica, que chega a 50 graus na sombra. É o país com a maior extensão do mundo sem um rio. Terras altas a leste, onde ficam cidades mais importantes. Ao sul, montanhas.

Nos anos 1700, a família Saud transformou o berço do estado saudita em um mercado florescente, ganhando força regional.

Fizeram um pacto com o clã Wahab. Saud domina a política, Wahab, a religião.

Para cimentar relações, casamentos.

A aliança foi se expandindo, conquistando outras regiões.

É uma das sociedades mais restritas do mundo moderno.

Perderam controle após invasão dos otomanos, em 1818. O reinado foi destruído, e foi sendo reconstruído até a retomada de Riad, em 1824.

Outra ponto baixo foi em 1890, ao perder o controle de Riad, para família Rashid. Desapareceriam da história, não fosse Abdulaziz bin Abdul Rahman Al Saud. Em 1901, sucedeu o pai, como líder da família Saud. Depois, liderou a reconquista da região e fundou o estado da Arábia Saudita em 1932.

Após a descoberta de óleo, acordos com britânicos garantiram a posição dos Saud.

Ele também arranjou casamentos com representante de todos emirados, da onde nasceram centenas de filhos, e uma rede de familiares que domina a região até hoje.

Na época da Segunda Guerra, os sauditas fizeram um acordo com os EUA. Os EUA teriam acesso ao petróleo, e a Arábia Saudita teria apoio americano para garantir as fronteiras.

Após uma rebelião com a tomada de um mosteiro em 1979, houve um encrudescimento em ativismo religioso. Aumento da participação da religião, wahabismo reforçado, mulheres com menor participação na vida social.

O petróleo financia um enorme estado de bem estar social. O óleo fundamenta as relações modernas da Arábia Saudita.

Há uma preocupação enorme no que fazer após o petróleo.

Alguns projetos incluem uma cidade autônoma, para 2030. Diversificação de investimentos: investem em startups, como a Tesla.

O maior consumo de energia é com ar condicionado. Estimativa de ser responsável por 70 por cento da energia.

Estimativa de 4/5 de uso da água, que deve acabamos em 2030. Óleo subsidia, mas sem água não tem como. Plantas de dessalinização precisam de muita energia. O fundo soberano está comprando áreas em outros países.

Como investir equilibrando os polpudos subsídios de hoje?

O que será da Arabia saudita quando acabar o petróleo?

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O Poder da Geografia – Irã

Minhas notas do capítulo sobre o Irã, do livro “O Poder da Geografia”, de Tim Marshall.

Na história, o Irã sempre foi conhecido como Pérsia, mas foi renomeada em 1935 para tentar representar minorias não persas.

Formado por áreas montanhosas e desérticas.

Persas são a maioria da população, mas há curdos, azerbaijãos, armênios, árabes e outras minorias.

Tendência a ter governo central forte para reprimir esses vários grupos.

Sobre área desértica, outra característica é a falta de água. Há apenas um rio navegável.

O Irã possui a quarta reserva de óleo do mundo. Porém, os equipamentos existentes são extremamente ineficientes, com a dificuldade adicional de existirem sanções internacionais ao país.

A energia, petróleo, é a principal produto de exportação.

O Irã atual é cheio de problemas, mas a sua história é gloriosa. A Pérsia era uma nação líder em tempos antigos.

O primeiro império persa envolveu figuras como Ciro, Dário e Xerxes, que provocaram guerras com a Grécia.

Depois disso, houve uma série de invasores, alternando impérios persas. Alexandre, o Grande. Roma. Mongóis de Gênghis Khan. Tamerlão. Turcos otomanos. Russos. Britânicos.

Após a descoberta de óleo, na Primeira Guerra, os britânicos se asseguraram de que teriam preferência para exploração, o que levou a várias trocas de poder no local – e foi essa a época da troca do nome para Irã.

Depois da Segunda Guerra, russos e britânicos exploraram a região, assegurando o óleo.

Na época da Guerra Fria, os EUA e britânicos ajudaram uma das facções iranianas a chegar ao poder, temendo que este se tornasse um país comunista.

Na revolução que ocorreu em 1979, o Aiatolá Khomeini chegou ao poder, perseguindo adversários, minorias, tolhendo liberdades.

Após a revolução, os EUA deram preferência ao Iraque, criando um estado xiita à leste do Irã (que é sunita).

A guerra Irã-Iraque, nos anos 80, durou 8 anos, 1 milhão de mortes e terminou sem alterar nada.

Após a morte de Khomeini, os sucessores continuaram a governar com mão de ferro.

Mais atualmente, o presidente Mahmoud Ahmadinejad continuou turbulência política. Aumento de isolamento e piora econômica.

Nos últimos 40 anos, também é relevante citar o desprezo a judeus e a Israel.

Atualmente, a economia continua afundando, com inflação e desemprego em alta.

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O Poder da Geografia – Austrália

Para os amigos que se interessam por Geografia e História, uma recomendação: “O Poder da Geografia”, de Tim Marshall, um dos maiores especialistas do mundo sobre o tema.

Neste livro, ele aborda a Austrália, Sahel, Grécia, Turquia, UK, Irã, Etiópia, Arábia Saudita, Espanha e o Espaço.

Segue um pequeno resumo sobre a Austrália.

A Austrália foi de lugar nenhum para ponto estratégico na história.

Perto da China, acesso aos EUA e ao Oceano Pacífico.

De ilha de prisioneiros a nação de primeiro mundo, multicultural.

Área desértica ocupa mais de 70 por cento da ilha. Todos os rios juntos tem vazão menor que Yang Tsé, por exemplo.

Sobre ondas de imigração. A primeira carga de prisioneiros chegou em 1788. Muitos brancos britânicos, depois aceitação maior de outros habitantes. A corrida do ouro ajudou a aumentar a imigração. Hoje, aumento da participação de asiáticos, como chineses, até pela proximidade.

A Austrália está sofrendo com mudanças climáticas. Seca, propensão a incêndios florestais, como um que ocorreu em 2009, piorando a poluição do ar.

Para piorar o impacto ambiental, a tendência é ir de 25 para 40 milhões de habitantes no futuro.

Sobre energia. Por ser muito plano, não há potência hídrica. Mas há abundância de carvão, que é uma indústria importante. Porém, isso agrava problemas climáticos.

Há diversos grupos de aborígenes. Desde as primeiras colônias, houve aniquilação de aborígenes, que mal eram considerados humanos, luta que continua até hoje.

A Austrália sempre se aliou a potências. UK. EUA. Agora, ascensão da China. Estudantes chineses na Austrália, são mais de 30 por cento do total. 1/3 das exportações são para a China. O futuro da Austrália pode ser cada vez mais chinês.

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Pirâmide demográfica

Um dos sites mais interessantes que conheço é o Population Pyramid, sobre demografia mundial:

Population of WORLD 2019 – PopulationPyramid.net

Seguem alguns dos gráficos.

A superpopulosa China está envelhecendo, em parte devido à política do filho único iniciada 40 anos atrás (observe o “dente” na faixa dos 40 anos do gráfico).

O pico populacional será por volta de 2030, com aproximadamente 1,5 bilhão de pessoas.

A Índia, outro gigante mundial, ainda tem a pirâmide populacional parecendo levemente uma pirâmide, mas o número de filhos vem diminuindo. O pico ocorrerá por volta de 2055, com 1,6 bi de habitantes! Ou seja, a Índia será mais populosa do que a China, em futuro próximo.

E o Brasil?

Pelo gráfico, vem envelhecendo, aos poucos. Vai manter por bastante tempo em torno de 200 milhões de habitantes.

Os EUA têm um perfil esbelto, e vai continuar crescendo segundo as projeções.

A África tem o gráfico parecido com um pirâmide. Populações com menor desenvolvimento econômico apresentam perfil semelhante.

Já a Europa, envelhecida:

O site também permite voltar para o passado e ir para o futuro. Vejamos o BR. Nota-se claramente o efeito de envelhecimento da população.

Muito estranho é o caso de países asiáticos, como o Japão, onde as pessoas estão tendo menos filhos do que o número mínimo de reposição. Ou seja, a tendência é de envelhecimento e diminuição da população!

No Japão de hoje, já existem situações de escolas vazias por falta de alunos.

O mesmo ocorre com a Coreia do Sul, envelhecendo e decrescendo populacionalmente.

O grande Peter Drucker dizia que demografia o futuro que já aconteceu, é como uma bomba-relógio!

Quase todo o mundo desenvolvido terá que conviver com populações envelhecidas e poucos filhos.

E, por fim, o mundo como um todo deve continuar crescendo continuamente, até estabilizar perto de 10 bilhões de pessoas em 2100!

Recomendações sobre Palestina e Jerusalém

Seguem algumas recomendações para entender um pouco mais sobre o conflito árabe-judaico, no meu formato de mídia favorito: histórias em quadrinhos.

Sendo o tema polêmico, é quase impossível ter algum relato isento de opiniões – então seguem fontes de cada lado da história.

Joe Sacco é um repórter gráfico, especializado em cobrir guerras – Iraque, Sarajevo e outras.

Na obra “Palestina”, ele entrevista e convive com famílias árabes na região do conflito. Diversas histórias extremamente tristes são narradas.

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O autor ganhou o American Book Award em 1996, pela obra.

Do mesmo autor, Notas sobre Gaza

Crônicas de Jerusalém – O autor, Guy Deslile, acompanha a esposa – voluntária do programa Médico sem Fronteiras – em Jerusalém.

Não é diretamente sobre o conflito, mas este permeia tudo o que acontece na narrativa.

Crônicas de Jerusalém ganhou o Prêmio Fauve D’Or 2012 de melhor álbum no Festival International de la Bande Dessinée de Angoulême, na França.

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A História dos judeus, de Stan Mack, é uma narrativa gráfica de 4000 anos de história dos judeus.

Conta desde os primórdios, das histórias bíblicas, até a formação do estado de Israel. Não é focado no conflito moderno, mas é uma visão importante para conhecer as raízes do mesmo.

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Todas essas obras contam a história de forma séria, e com uma arte belíssima.

Boa leitura!

Lições da História, Will Durant

Will e Ariel Durant são autores de uma das coleções de história mais aclamadas do mundo: A história da civilização, com 11 volumes e mais de 10 mil páginas!

“Lições da história” é um pequeno livro, com cerca de 100 páginas. É um resumo das principais conclusões dos autores, analisando 100 séculos de história.

Este começa com uma mea-culpa, dizendo que o historiador sempre vai se basear em opiniões e dar destaque ao extraordinário, e não à vida comum das pessoas.

Depois, vários insights interessantes sobre civilização, evolução, democracia.

O livro é de 1968, e os autores viveram no meio do século passado. Portanto, muitas de suas opiniões seriam consideradas politicamente incorretas nos dias de  hoje.

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Nosso conhecimento de qualquer evento passado é incompleto. A maioria da história é adivinhação e o resto é preconceito.

O historiador sempre simplifica demais.

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A história não pode ser uma ciência, apenas uma indústria, uma arte e uma filosofia. Uma indústria, analisando os fatos. Uma arte buscando ordem no caos. Uma filosofia buscando perspectiva e compreensão.

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Perspectiva total é uma ilusão de ótica. Devemos operar com conhecimento parcial.

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Só um tolo tentaria comprimir 100 séculos em 100 páginas de conclusões. Nós continuamos.

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A história é uma combinação dos crimes e absurdos da humanidade. Isso permitiu que cada geração prosseguisse com um patrimônio maior do que a anterior.

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Exemplo de aposta tecnológica: a invenção de aviões redefine totalmente o mundo do comércio e do comércio. Anteriormente, a água era o principal modo de comércio e ditava quais nações chegavam ao poder (aquelas com grandes margens costeiras como a Grécia e a Itália).

Então, de repente, aviões mudaram o poder para nações com enormes massas terrestres em comparação com suas costas (EUA, China, Rússia).

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A lição da história é que o homem é duro.

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A influência dos fatores geográficos diminui à medida que a tecnologia cresce. O homem, não a terra, faz civilização.

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Ideia: A tecnologia domina o meio ambiente com o passar do tempo. Essa tendência começou assim que o homem foi capaz de projetar ferramentas, uma forma de tecnologia.

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Geografia é a matriz da história. Se você vive na costa, você quase inevitavelmente se tornará um viciado do mar.

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A primeira lição biológica da história é que a vida é competição.

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A cooperação é real e se expande à medida que as tecnologias evoluem, mas principalmente por ser uma forma de competição. Cooperamos dentro do nosso grupo, família, comunidade e nação para tornar nosso grupo mais poderoso.

A cooperação é a última forma de competição.

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A segunda lição biológica da história é que a vida é a seleção.

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Do ponto de vista da natureza, todos nascemos livres e desiguais.

A natureza adora a diferença porque é o que permite que a seleção se concentre nos fortes e elimine os fracos.

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Liberdade e igualdade são inimigos eternos. Quando um falha, o outro morre.

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Só o homem abaixo da média deseja igualdade. Aquele que está consciente de estar acima da média deseja liberdade. No final, a habilidade superior tem o seu caminho.

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A terceira lição biológica da história é que a vida deve procriar.

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A natureza gosta de grandes ninhadas e da luta pela sobrevivência que acaba selecionando os poucos mais fortes.

Os recursos naturais do meio ambiente e o talento é limitado. Competição é a lei básica.

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Muito do que chamamos de inteligência é o resultado da educação individual, oportunidade e experiência.

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A concorrência costumava ser entre os indivíduos. Então foi ampliado, entre famílias. Depois foi ampliado, entre as comunidades. E assim por diante.

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As pessoas gostam de pensar que são especiais. Sem esse pouco de vaidade, podemos achar mais difícil avançar. De certa forma, a ilusão é um motivador.

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Em geral, os pobres têm os mesmos impulsos que os ricos, mas com menos oportunidade ou habilidade para implementá-los.

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A maioria imitativa segue a minoria inovadora. A história é em grande parte a batalha de algumas minorias, a qual o vencedor é então elogiado como o vencedor pela maioria.

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De cada 100 ideias novas, 99 provavelmente serão inferiores à alternativa tradicional que foi proposta para substituir.

É bom que novas ideias sejam ouvidas para o bem de poucos que podem ser usados. Mas também é bom que novas ideias sejam testadas e questionadas.

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É possível que as coisas que são vícios hoje já foram virtudes.

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É muito perigoso para um indivíduo pensar que mesmo com 30 ou 40 anos de estudo ele pode julgar e superar a sabedoria coletiva da raça humana. Velhas ideias são muito poderosas.

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Uma visão interessante sobre por que o declínio da religião é muito ruim: se a religião é a crença compartilhada que unifica uma civilização e esse sistema de crença morre, então o que manterá a civilização unida?

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Em todas as idades, as forças do indivíduo parecem ser mais importantes que as forças do grupo. Quando tudo falhar, as pessoas farão o que lhes serve melhor. Eles farão o que garantir sua sobrevivência.

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Com o passar do tempo, os filósofos tornaram-se as forças motrizes por trás das mudanças sociais em vez da igreja. E então, eventualmente, a ciência roubou esse trabalho da filosofia.

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Os homens que podem gerenciar outros homens administram os homens que só podem gerenciar as coisas. Os homens que podem gerenciar o dinheiro gerenciam tudo.

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Normalmente, os homens são julgados por sua habilidade de produzir. Exceto na guerra, quando eles são classificados com base em sua capacidade de destruir.

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A concentração de riqueza em uma pequena parcela da população é um padrão que se repete ao longo da história. Os talentos e habilidades mais valiosos estão confinados a algumas pessoas, o que significa que a riqueza mais valiosa está confinada a poucos também. Esse padrão aparece de novo e de novo.

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A liberdade é possível quando a segurança foi alcançada, mas até lá você está enfrentando a concorrência. Foi só por causa da concorrência que desenvolvemos a capacidade de criar liberdade.

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A primeira condição de liberdade é a limitação. Se a liberdade é absoluta, então ela morre no caos. A principal tarefa do governo é estabelecer a ordem.

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Pax Romana foi talvez a maior conquista da história da governança.

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Se a maioria das habilidades está contida dentro de uma minoria de homens (isto é, se algumas pessoas têm habilidades mais valiosas do que a maioria das outras), então uma regra minoritária é tão inevitável quanto uma concentração desproporcional de riqueza.

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Todo o trabalho de consumo é geralmente o preço da genialidade.

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A sanidade do indivíduo reside na continuidade de suas memórias. A sanidade do grupo reside na continuidade de suas tradições. Separe-se de qualquer um muito rápido e o caos se segue.

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Você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo, mas você pode enganar o suficiente deles para governar um grande país.

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A democracia fez menos mal e mais bem do que qualquer outra forma de governo.

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O objetivo da democracia não é tornar todos os homens iguais, mas tornar seu acesso à oportunidade mais igual. O ideal não é elevar cada homem ao poder, mas dar-lhe acesso a cada ponto de entrada onde sua aptidão e habilidade podem ser testadas. Em outras palavras, a esperança da democracia é oferecer um campo de jogo equilibrado para começar e deixar que seus talentos o levem onde puderem.

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Em que ponto a liberdade se torna excessiva? Em que ponto se torna desordem?

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A guerra parece ser uma constante entre todas as civilizações e tempos. É resultado da competição entre os grupos, assim como os indivíduos competem também.

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Se o progresso é real, não é porque somos mais ricos ou mais sábios do que os do passado, mas porque nascemos em um nível mais alto e mais acima do pedestal de nossa herança. Nascemos com os frutos de uma porção maior da herança humana.

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A natureza humana permanece a mesma. As pessoas simplesmente mudam com a revolução e voltam aos mesmos padrões subjacentes.

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Todas as gerações se rebelam contra a anterior. Em muitos aspectos, é natural e desejável.

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Quando todos são donos de tudo, ninguém cuida de nada.

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Você não pode fazer os homens iguais aprovando leis.

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A história econômica é o batimento cardíaco lento do organismo social. Não importa quem esteja no poder, os ganhos gradualmente se acumulam para os mais inteligentes e talentosos. Então, eventualmente, há alguma fratura da ordem, uma nova minoria sobe ao poder, e o padrão se repete.

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Cada vida, cada sociedade, e cada espécie é um experimento. Tudo acaba em morte eventualmente.

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Ideias são as coisas mais fortes de todas na história. Até uma arma era originalmente uma ideia.

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Na velhice, você entende como é bom que haja radicais e como é bom que haja conservadores. Os radicais fornecem o gás e os conservadores aplicam os freios. Ambas as funções são indispensáveis. Essa tensão é necessária para uma sociedade em funcionamento.

Veja também:

A história da filosofia: https://amzn.to/3eAj4Tx

Novo livro de Bill Gates: Como evitar um desastre climático (ideiasesquecidas.com)

Outros resumos de livros: Resumos Gratuitos (ideiasesquecidas.com)

Recomendações de livros sobre geografia

Duas recomendações de livros, sobre o tema “Geografia”.

O Livro “Prisioneiros da Geografia”, de Tim Marshall, já foi citado antes neste espaço (https://ideiasesquecidas.com/2020/05/21/o-artico-e-um-monte-de-gelo-inutil/).

A diferença é que foi lançada essa versão, para adolescentes. Contém 12 mapas, com um resumo dos conceitos explicados no livro.

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Um dos mapas:


A segunda recomendação é o livro mais recente do autor Jared Diamond. Ele tem uma série de excelente livros sobre geografia e evolução, como Armas, Germes e Aço, e o Terceiro Chimpanzé.

No livro “Reviravolta”, ele conta a história passada e presente de algumas nações que ele conhece bem.

Um exemplo é a Austrália: décadas atrás, era como se fosse uma Inglaterra em outro continente. Hoje em dia, devido à proximidade e força da China, há uma influência extremamente forte desta, tanto culturalmente quanto demograficamente.

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Veja também:

https://ideiasesquecidas.com/2019/06/26/jared-diamond-e-geografia/

https://ideiasesquecidas.com/2015/10/31/os-japoneses-originais/

Ideias técnicas com uma pitada de filosofia

https://ideiasesquecidas.com/

Séries, Podcasts e Quadrinhos sobre Ditadores

Segue uma indicação bastante interessante de podcast sobre história: a série “Ditadores”, no Spotify. É excelente para quem gosta de áudiolivros, como eu.

Ela narra a história de alguns dos piores ditadores da história recente, de maneira bastante didática e em português:

  • Adolf Hitler
  • Benito Mussolini
  • Joseph Stálin
  • Kim Il Sung
  • Kim Jong Il

Para cada um, há dois episódios de uns 45 minutos. A série ainda está em andamento, com um lançamento por semana, sempre às terças-feiras.


Outras indicações:

Sobre Hitler, há inúmeros filmes, documentários e livros.
Sobre os demais, há um número bem menor de fontes.

1) O documentário Hitler, uma carreira, disponível na Netflix, se destaca por conter vídeos da época.

Muito interessante é ouvir o discurso real de Hitler. Mesmo sem saber alemão, é possível ler a linguagem corporal e o tom de voz da figura.

Apesar do discurso ter palavras fortes, Hitler tem um jeito afeminado. É paradoxal. A imagem que eu tinha era de um ditador tosco, um valentão – mas a imagem das filmagens é a de um político, não muito diferente dos políticos que conhecemos. Talvez por isso, muita gente não tenha levado a sério o discurso, e tenha votado nele apenas como um protesto contra a ordem vigente.


2) Hitler’s Circle of Evil.

O foco aqui é no círculo interno de Hitler, as pessoas que o ajudaram a chegar e a manter o poder. Alguns deles viriam a ser figuras chave no Terceiro Reich: Hermann Göring, Heinrich Himmler, Joseph Goebbels e outros menos conhecidos, como Dietrich Eckart (escritor que lançou as bases ideológicas do nazismo).

São 10 episódios, e conta com detalhes a história deste período.


3) Vale indicar também a propaganda mais sensacional de todos os tempos, da Folha de São Paulo de 1987.

“Este homem pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho a seu povo…


4) A série “Trótski”, na Netflix, mostra a trajetória de Leon Trótski e seu papel na Revolução Russa de 1917.

A série retrata Tróstski como alguém impiedoso, disposto a sacrificar a tudo e a todos – e é o que acaba ocorrendo, a todos à sua volta.

É uma obra controversa.


5) A morte de Stálin. É uma obra em quadrinhos. Mostra episódios das últimas horas de Stálin. Retrata fortemente o medo que as pessoas ao redor sentiam.

6) Sobre a Coreia do Norte, há pouca informação. Uma fonte surpreendente é o romance gráfico PyongYang.

O desenhista Guy Deslile viveu por um tempo na Coreia do Norte. Ele era o desenhista chefe de um grupo de desenhistas norte-coreanos, na produção de animações para a TV francesa. A razão de contratarem desenhistas norte-coreanos era o custo baixo.

Guy descreveu inúmeras situações que viveu na Coreia. O fato de todas as paredes terem retratos dos grandes líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il. Um tradutor coreano o acompanhar para todos os lugares que ia (e ele não poderia ir para qualquer lugar, somente os lugares autorizados). O fato de quase não haver iluminação nas ruas.

Ele era um dos pouquíssimos estrangeiros no país. Havia somente dois hotéis para estrangeiros, e no que ele estava, somente um dos andares funcionava.

São ilustrações belíssimas. Vale muito a pena.
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O Ártico é um monte de gelo inútil?

A quem interessaria a fria e inóspita região do ártico, com seus ursos polares?

Resposta: à Rússia, que fincou uma bandeira no fundo do mar e há décadas reivindica a posse de largas extensões territoriais, nesta verdadeira Terra de Ninguém. O ártico tem recursos naturais estimados em 90 bilhões de barris de petróleo, 1700 trilhões de pés cúbicos de gás, minerais como cobre e níquel, além de fazer fronteira com países de outros continentes (Canadá, Noruega, Suécia).

Os efeitos de aquecimento global tendem a derreter parte do gelo e aumentar a importância da corrida ao Ártico.

A Rússia mantém bases militares e já sugeriram renomear a região como “Mar Russo”.

Os EUA estão vários passos atrás dos russos. Um exemplo ocorreu anos atrás, em que um navio quebra-gelo russo resgatou um navio americano – um feito de colaboração entre países, porém também um indicativo de quem dá mais prioridade à área.

O ártico é um dos capítulos de “Prisioneiros da Geografia”, de Tim Marshall. O autor fala sobre geopolítica, incluindo EUA, China, Índia, África, América do Sul, explica efeitos da geografia e história dessas regiões.

Foi o livro mais interessante que li nesta pandemia. Fica a indicação.

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Versão áudiolivro:
https://www.audible.com/pd/Prisoners-of-Geography-Audiobook/B06XQ4SFN8?qid=1590034595&sr=1-2&ref=a_search_c3_lProduct_1_2&pf_rd_p=e81b7c27-6880-467a-b5a7-13cef5d729fe&pf_rd_r=744A5SATE6HSMHK38ZF8

https://www.bbc.com/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070802_russia_articorg.shtml

Winston Churchill: o Destino de uma nação.

Recomendação de filme: “O Destino de uma nação” retrata um período crítico (e põe crítico nisso) da história.

Em 1940, a Alemanha nazista de Hitler tinha conquistado quase toda a Europa continental. A imparável máquina de guerra alemã tinha invadido a França. Todo o exército britânico estava encurralado em Dunquerque (França).

A Inglaterra tinha duas opções: ou negociava a paz com Hitler, ou continuava a guerra. Durante a crise, Winston Churchill foi eleito primeiro-ministro.

Churchill era favorável a continuar a guerra. Ele recebeu uma quantidade enorme de críticas dos moderados e isentões, que falavam da quantidade de soldados e civis que perderiam a vida num confronto com a Alemanha. Ele quase foi derrubado do cargo, mas prevaleceu. Bateu no peito, assumiu a responsabilidade pelas vidas que seriam perdidas, e o Império Britânico continuou na guerra.

Era o correto a ser feito: matar o mal pela raiz.

O resgate de Dunquerque foi feito, utilizando cada tonelada de aço que tivesse condições de atravessar o Canal da Mancha. O filme termina neste ponto.

“O Destino de uma nação” está disponível na Amazon Prime Vídeo, entre outras plataformas.

Um pouco de história e digressão minha: A Inglaterra estava sozinha, na época. Toda a Europa continental tinha sido tomada: Polônia, Bélgica, França. A Itália de Mussolini era aliada de Hitler. EUA e Rússia não tinham entrado na guerra. A Alemanha tinha um pacto de não-agressão com a Rússia de Stálin.

Invasões alemães até 1940

Na época, não é exagero dizer que a Alemanha tinha vencido a guerra continental. Por isso, Hitler queria a paz com a Inglaterra. Há quem diga que Hitler poupou o exército britânico em Dunquerque, como um gesto para negociar a paz.

Se, ao invés de Churchill, alguém moderado estivesse no comando inglês, este teria feito as pazes com Hitler. A história seria muito diferente. Não haveria Segunda Guerra Mundial.

Com a paz no ocidente em 1940, Hitler ganharia vários meses ou anos para se preparar para a próxima guerra e consolidar o seu poder na Europa, nos territórios da França, Polônia, Bélgica e outros países europeus.

Poucos anos depois, Hitler invadiria a Rússia. Sem a pressão da guerra em duas frentes, provavelmente venceria a guerra, ou pelo menos anexaria boa parte da Rússia. Talvez a Alemanha coordenasse ações com o Japão, que atacaria a Rússia e não os EUA – assim, seria a Rússia a ter que defender duas frentes de ataque.

Se não fosse por Churchill, talvez tivéssemos o Terceiro Reich até os dias de hoje. Seria uma superpotência nazista.

A Inglaterra pagou o preço pela ousadia. Londres sofreu terríveis bombardeios pela força aérea nazista. O Império Britânico deixou de ser um Império. Após a entrada dos EUA e da Rússia, a maré virou, e os aliados venceram o eixo, livrando o mundo do nazismo de Hitler.

Vide também:

https://ideiasesquecidas.com/2017/11/26/a-previsao-do-tempo-que-salvou-o-dia-d/

https://ideiasesquecidas.com/2017/11/19/%e2%80%8b-o-destruidor-de-mundos/

Amazon Prime Video

Link do filme na Amazon: https://amzn.to/3aWCZHw

O filme Dunkirk é sobre o resgate dos soldados britânicos na França. https://amzn.to/3eg4eia

O futuro não é mais como era antigamente

O corona vírus vai passar. Vai demorar alguns meses, mas vai passar. O mundo pós-pandemia será imensamente diferente.

Algumas reflexões:

O isolamento forçado será o prego no caixão de vários negócios. Livrarias não fazem sentido. Shopping center. Entretenimento, como teatros e cinemas, vão sofrer mais ainda. Tudo isto já vinha mal das pernas. O vírus acelerou o fim.

Educação on-line. Há cursos de alta qualidade, flexíveis e mais baratos que um curso presencial. Não faz sentido cursar 5 anos 100% presenciais. A única real vantagem de um curso presencial é o networking.

Trabalho remoto. Não faz sentido perder meio dia viajando para trabalhar, toda semana. Viagens devem diminuir, e trabalho remoto, aumentar. Para isto, o framework mental tem que mudar. O pessoal operacional deve ter cada vez mais capacidade analítica e responsabilidade não só de tocar a operação, mas de melhorá-la.

Pessoas mais qualificadas na operação também devem ter nível de salário e treinamento maior. Além do investimento em pessoal, as empresas devem fazer investimento em estrutura de hardware e software equivalentes.

Muitos perdedores, e alguns poucos vencedores: e-commerce, cursos on-line, entretenimento digital (Netflix, streaming em geral). Nas indústrias, necessidade de automação, robotização de processos, IoT, trabalho remoto, TI.

Gostaria de mais opiniões. Quais outros produtos e serviços nunca mais serão os mesmos?

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Algumas previsões

“É difícil fazer previsões, especialmente em relação ao futuro”, dizia o célebre técnico de baseball Yogi Berra.

Ele está certo. Fazer previsões corretas é muito complicado.

Contudo, ouso fazer algumas previsões aqui neste espaço. Não são previsões de verdade, são apenas algumas macrotendências.

1 – O mundo está muito esquisito, e uma grande crise mundial (talvez do tamanho daquela de 2008) se aproxima para um futuro próximo (provavelmente após a reeleição de Trump).

2 – O Brasil está saindo de vários anos ruins, e começará a decolar de novo nos próximos anos (no contra ciclo do mundo).

3 – Carros autônomos são uma questão de tempo. Começarão funcionando em nichos muito específicos, aos poucos ganharão a confiança das pessoas. Porém, demora ainda uns 10 anos para começar a fazer parte do nosso cotidiano, e uns 15 ou 20 para serem comuns no dia-a-dia.

4 – A China terá um PIB maior do que os EUA, daqui a uns 10 anos.

5 – A Índia será a terceira maior economia do mundo.

6 – A computação quântica continuará inútil por mais uns 40 anos. Até que, finalmente, terá alguma aplicação em algo que ninguém nunca imaginou hoje.

7 – Não será necessário aprender inglês ou chinês para conversar. Os tradutores eletrônicos ajudarão a derrubar esta barreira. Entretanto, ainda assim continua válido estudar mais da cultura, porque há barreiras que tradutor algum consegue quebrar.

Não vou detalhar muito cada uma delas, porque ninguém sabe se será por aí.

Daqui a uns 5 anos, vou revisitar esta lista, e ver se realmente fez sentido (ou não).