Não podemos errar x Precisamos errar mais

Num projeto de inovação, um colega tem a opinião de que “não devemos errar”. “Tudo deve ser perfeito, para não causar problemas”. E usa este argumento para exigir um mapeamento completo do processo, desenvolvimento pleno da solução antes de testar, etc…

Sou da opinião contrária. Devemos errar. Devemos tentar e errar muito. E estarmos sempre dispostos a resolver rapidamente os problemas.
Na prática é impossível não errar. O único jeito de não errar é não fazer. Não podemos deixar que o medo de errar paralize a inovação.
Resumindo em uma frase: O ótimo é inimigo do bom.

O erro deve ser rápido, barato e fácil de consertar rapidamente. E, para isto, a metodologia do Design Thinking é uma boa aliada.
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Seus pilares são Empatia, Colaboração e Prototipagem rápida. Empatia é entender o que o cliente realmente quer. Colaboração entre áreas distintas e antagônicas para buscar ideias de diversas visões possíveis. E prototipagem rápida para testar conceitos, e permitir  aprendizado a baixo custo e em pouco tempo.
O protótipo pode ser algo tão simples quanto uma planilha Excel estruturada, um vídeo, uma página na internet somente com os pontos principais, uma ideia de produto feita de Lego ou canudos de construir.
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Erros
Já dizia Peter Drucker, o pai da Administração: “Aqueles que se arriscam cometem dois grandes erros por ano. Aqueles que não se arriscam, também cometem dois grandes erros por ano”.

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