Duas parábolas sobre limites mentais

A águia que se achava galinha

Um homem encontrou um ovo de águia e colocou num galinheiro. A pequena águia cresceu com as galinhas, achando ser uma delas. Ela ciscava a terra por vermes e insetos; cacarejava e fazia “vôos de galinha” no ar.

Anos se passaram e a águia cresceu até ficar velha. Um dia, ela viu um pássaro magnífico acima, no céu limpo, fazendo um voo gracioso no meio de poderosas correntes de ar.

A águia velha olhou com admiração: “O que é?”

“É a águia, o rei dos pássaros”, disse um dos galos.

Assim, a velha águia viveu e morreu como uma galinha, por ser isso que ela pensava ser.

(Fonte: Parábola do padre Antônio de Mello, que vi no newsletter do James Clear)


O elefante acorrentado

Um menino viu um enorme elefante, acorrentado. O detalhe é que a corrente era presa à uma pequena estaca no chão. O menino perguntou: “Por que o elefante não foge?”

O treinador explicou que o elefante poderia sim puxar a estaca e fugir facilmente, mas não o faria, porque tinha sido treinado para isso.

Elefantes são animais muito inteligentes. Desde filhote, ele fora acorrentado à uma pequena estaca no chão. O filhote sempre vai tentar fugir por todos os meios, até aprender que é inútil tentar fugir. Dessa forma, mesmo crescido, o limite mental continua, o que impede a fuga.

Para finalizar, uma frase de Buda:

“Somos aquilo que pensamos”

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