Make AND Buy

O famoso termo “make or buy” é uma falsa dicotomia. ​ “Make or buy” refere-se à decisão entre fazer algo internamente (make) ou comprar a solução de um terceiro (buy). Contudo, nas grandes corporações, nos grandes projetos do mundo atual, não existe make or buy. O correto é Make AND Buy. Junto, co-criado à várias …

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Álgebra de pedrinhas

Forgotten Math

“Cálculo” é uma palavra derivada do latim, e significa “pedra”. É por isso que “cálculo renal” significa pedra nos rins.

Para mim, a matemática deveria se basear o máximo possível nas suas noções mais básicas, pedrinhas e formas geométricas.

Este texto redefine as operações básicas da matemática em uma nova álgebra, a álgebra de pedrinhas.

Começa da noção de que cada número tem um equivalente em pedras.

E a soma é simplesmente a adição de pedrinhas:

A subtração é a diferença de pedras.

E no caso de números negativos? É como se fosse um empréstimo, uma pessoa devendo as pedrinhas para outras.

A multiplicação é uma soma de soma. 4 vezes 3 significa o número 4 somado três vezes seguidas. Isto forma um retângulo:

Há outra forma de visualizar a multiplicação, que vai ser muito útil em alguns exercícios futuros. Imaginar primeiro as 4 bolinhas, aumentar o raio das bolinhas…

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Prova visual da sequência 1+3+5+…

Forgotten Math

Estou separando post específicos de matemática no seguinte endereço:
https://forgottenmath.home.blog

A ideia aqui é ter um foco em matemática que acho interessante, e fora do comum.

A álgebra de pedrinhas, como o post a seguir, será um dos temas deste.

Forgotten Math

Gosto muito de visualizar a matemática através de sua noção mais básica, a de utilizar pedras e disposições geométricas.

Há a fórmula muito conhecida a seguir:

1 + 3 + 5 + … + (2n-1) = n^2

Normalmente, é provada utilizando o Princípio da Indução, e não há nada de errado nisto.

Porém, há algumas formas de visualizar a solução, considerando cada número inteiro como uma pedra:

Método 1:

Soma135.JPG

Método 2:

Soma135_metodo2.JPG

É possível fazer muita matemática com pedras, geometria e imaginação!


Ideias técnicas com uma pitada de filosofia: https://ideiasesquecidas.com

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Canivetes suíços são inúteis

Sempre achei canivetes suíços muito interessantes, até que comprei um. Carreguei o mesmo por um ano, sem o utilizar uma vez sequer, e cheguei à conclusão que são inúteis! Ao invés de virar um MacGyver, não mudou em nada a minha vida... Um canivete suíço é a imagem de algo multifuncional. Serve para tudo: faca, …

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Faça boa arte!

Callíope, a musa grega inspiradora de romances épicos como a Ilíada, foi mantida refém numa garrafa. O seu raptor virou um grande romancista. O sucesso perdurou por décadas. Quando ficou velho, ele a vendeu para um ambicioso e medíocre escritor mais jovem. O preço: um tricobezoar. Robert Gadling encontra Sandman uma vez a cada 100 …

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A tartaruga do longo prazo e a lebre do curto prazo (Ou de burst em burst até o burnout)

O fluxo inexorável do longo prazo é como se fosse a tartaruga, enquanto a rápida e saltitante lebre é como se fosse o curto prazo. A fábula clássica de Esopo mostra a lebre pulando rapidamente, depois cochilando para descansar. Enquanto isso, a tartaruga vai avançando, com o seu passinho ritmado e contínuo, passo a passo... …

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Estratégias do xadrez para a vida

Algumas estratégias do xadrez para aplicação na vida.

De tempos em tempos, o algoritmo PageRank do Google muda, e algumas postagens deste espaço passam a ter mais relevância. Esta, sobre estratégias de xadrez, atualmente é uma das que mais recebe visitas.

Autor: Bruce Pandolfini, um dos professores de xadrez mais conceituados do mundo.

Você nunca deve jogar o primeiro bom lance que lhe vem à mente. Pergunte a você mesmo se há algum lance melhor. Já vi Garry Kasparov praticamente sentar-se sobre as mãos para conter sua vontade de fazer um movimento.

A maioria das pessoas acha que a estratégia dos grandes enxadristas consiste em pensar muito adiante, prevendo 10 ou 15 lances futuros. Não é verdade. Os enxadristas pensam apenas até onde é preciso. Pensar longe demais é perda de tempo, as informações são incertas. Jogar xadrez significa controlar a situação que se tem pela frente. Você precisa de clareza, não de clarividência.

Anatoly Karpov, chamado de jiboia constritora, é um excelente exemplo de jogador posicional. Não dava nada ao adversário. Não arriscava. Não cedia. Era um lutador de trincheiras, que mantinha o jogo se movendo um centímetro por vez.

Se um lance do adversário não faz sentido, continue procurando a razão. Se tudo indicar que seu adversário cometeu um erro, tome a peça dele!

Para ser um bom enxadrista, é preciso saber ler a mente das pessoas. E isso começa com saber ler seus olhos. Jogar contra o adversário, e não contra suas peças.

Eu me recordo de uma partida disputada por dois russos, Anatoly Karpov e Viktor Korchnoi. Korchnoi tinha abandonado a União Soviética e pedido asilo no Ocidente, e esse fato fez a partida ser ainda mais intensa. Karpov tinha em sua equipe um “psicólogo” chamado Vladimir Zukhar. Na realidade, Zukhar era pouco mais do que um especialista em ficar olhando as pessoas fixamente, com os olhos arregalados. Durante todo o tempo da partida, seu papel era olhar fixamente para Korchnoi, e isso o deixou tremendamente nervoso. Karpov acabou vencendo a partida por uma margem muito estreita.

Mais detalhes no link a seguir.

Forgotten Lore

Bruce Pandolfini é um dos professores de xadrez mais conceituados do mundo. Apresento a seguir um resumo de algumas ideias interessantes, publicadas originalmente na revista Fast Company e também na Exame.

Bruce_Pandolfini_new.jpg

Foto: Bruce Pandolfini


Clareza no presente x clarividência do futuro

A maioria das pessoas acha que a estratégia dos grandes enxadristas consiste em pensar muito adiante, prevendo 10 ou 15 lances futuros. Não é verdade. Os enxadristas pensam apenas até onde é preciso, e isso significa pensar apenas alguns poucos lances à frente. Pensar longe demais é perda de tempo, na medida em que as informações são incertas.

Jogar xadrez significa controlar a situação que se tem pela frente. Você precisa de clareza, não de clarividência. O X da questão não é saber até onde os grandes pensam adiante, mas como eles pensam no momento presente.

chess2.jpg


Não se contente com a primeira boa ideia. Procure uma…

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