Em 2006, fui para Nova Iorque e entrei numa Starbucks. Me senti cosmopolita, quase um cidadão do primeiro mundo só por segurar aquele copo.

Em 2016, abriu uma Starbucks em São Paulo. Fui lá correndo, como quem descobre que o futuro chegou.
Em 2026, tem Starbucks até na esquina da minha rua. Hoje, se alguém me oferecer um frappuccino, eu respondo: “Não, obrigado.”
Este é o poder da escassez. Ou da falta dela.
O Compêndio de Ideias do Prof. Arnaldo: https://asgunzi.github.io/Compendium/
