O que é um Centro de Excelência em Analytics e por que ter um?

O Centro de Excelência em Analytics (COE) pode ajudar as organizações a serem fortemente data-driven, desse forma atingindo a excelência em decisões e capturando ganhos de eficiência. Resumo baseado no texto https://elogroup.com.br/insights/centro-de-excelencia-em-analytics-na-jornada-de-uma-organizacao-data-driven/.

O que está em jogo? Estudo da McKinsey aponta ganhos da ordem de US$ 10 trilhões com AI e Analytics, mundialmente.

O COE é uma área que reúne engenheiros, cientistas de dados e executivos de negócio. Está está na intersecção de negócios, ciência de dados e tecnologia da informação.

Alguns pontos chave:

  • Centraliza exploração e adoção de ferramentas analíticas,
  • Aculturamento de lideranças e colaboradores em temas analíticos (otimização, simulação, estatística, AI),
  • Ponto de partida do modelo de trabalho de Advanced Analytics na empresa,
  • Possibilita ganhos de escala, padronização e agilidade na entrega de métodos analíticos,
  • Atração e retenção de talentos altamente demandados como data scientists e machine learning engineers. 40% desses profissionais se mantêm abertos a outras propostas. Movimentação por falta de maturidade analítica nas organizações é citada por 44,5%, e escassez de oportunidades de crescimento por 43,8%,
  • O data scientist é um profissional diferente de tecnologia da informação. Diferente em formação, demandas e na forma de pensar.

Empresas que utilizam dados são no mínimo 5% mais produtivas que concorrentes, segundo a ELO Group.

O COE pode ser centralizado ou descentralizado, ou um híbrido de ambos, a depender da jornada de cada empresa.

Qual a diferença entre Analytics e Advanced Analytics?

Enquanto o Analytics básico tem foco em dashboards e análises simples, o Advanced Analytics envolve algoritmos sofisticados e camada extra de inteligência. O COE atua na camada mais sofisticada.

Sendo o responsável por uma área deste tipo, com ganhos da ordem de dezenas de milhões de reais por ano, complemento: não é tarefa fácil agregar valor. O COE deve estar ligado ao negócio, entender o que realmente faz sentido – às vezes um modelo simples é melhor do que um complicado. Não parar em POCs, entregar algo realmente útil para a operação. Quase nunca os dados são bons ou suficientes – mais da metade do trabalho é a parte chata, carregar o piano. A recompensa, ao final da jornada: é muito bom ver o trabalho rodando na prática!

Finalmente, há espaço para este modelo de trabalho crescer bastante no Brasil e no mundo.

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