Airbnb 

O Airbnb é o maior rede hoteleira do mundo, mesmo sem ser um hotel e mesmo sem ter um único quarto a alugar.
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O Airbnb conecta proprietários de imóveis com pessoas físicas que querem alugar por um período de tempo. Por exemplo, se eu tivesse uma casa na praia, poderia deixar para alugar nos finais de semana que não vou usar.
Este tipo de aluguel sempre existiu, mas você tinha que conhecer alguém que conhecia alguém que tinha a casa. Agora, com a tecnologia, fica muito mais simples (o mercado é mais espesso).
Assim como o Uber, é um modelo diferente do tradicional, e que veio para ficar.
Já utilizei o Airbnb algumas vezes. E gostaria de compartilhar algumas impressões.

Airbnb em Nova York

A primeira vez que utilizei foi numa viagem a Nova York. Era um quarto sala simples, bom, novo. Tinha aquecimento, WiFi, TV a cabo. Foi muito bom, adorei o lugar.  O proprietário do apartamento parece que tinha vários apartamentos naquele prédio. Acho que nem tinha um trabalho principal, parece que o trabalho dele era gerenciar esses aluguéis dos imóveis que tinha.
A taxa era razoavelmente menor do que em hotéis. Como era em NY, não queríamos arriscar, e escolhemos alguém com muitas avaliações positivas.
As taxas são sempre pagas via cartão de crédito, e para o Airbnb. A empresa repassa para o proprietário do imóvel

Airbnb no Rio de Janeiro
No Brasil, vou ao Rio de Janeiro por motivos particulares com alguma frequência. Já fiquei em muitos hotéis diferentes. A maioria é de hotéis velhos e quartos minúsculos.
Passei a testar o Airbnb no RJ. Uma vez deu certo, e outra vez deu errado. Na que deu certo, nada de novo: tudo ocorreu como o combinado.
No caso do RJ, posso assumir mais riscos. Conheço gente que mora no RJ e, caso dê algum problema, tenho um plano B. Então, posso testar apartamentos que parecem bons, e não ligo muito para a reputação da pessoa que está alugando. Os apartamentos de quem tem alta reputação tendem a acabar depressa e também a serem um pouco mais caros.
Da vez que deu errado, era um apartamento que parecia bom, num preço mais baixo. A pessoa não tinha nenhuma avaliação, nem positiva nem negativa. Fiz a reserva, combinei tudo, mas a pessoa não apareceu para entregar as chaves e nem atendia o celular. Esperei por uma hora, e nada.  Fui para o plano B, que era a casa de parente no RJ. Mas, caso não tivesse o plano B, seria complicado.
A pessoa retornou à ligação no dia seguinte, se desculpando por ter confundido, dando alguma desculpa dessas. Cancelou a reserva, e não paguei nada.

O Airbnb é uma opção excelente para quem quer qualidade a um preço mais justo. Há sim um risco maior de ficar na mão, especialmente se a pessoa tem poucas avaliações. Mesmo tendo muitas avaliações, se der algum problema, a resolução  depende muito do proprietário. E, neste mundo, há sempre pessoas interessadas e pessoas não interessadas. O nível se serviço pode variar de muito pior a muito melhor do que em hotéis comuns, e os reviews e avaliações ajudam a mapear isto. O Airbnb é só um intermediário que une duas pessoas, e que pode sim ter alguma responsabilidade legal, mas cujo tempo de reação vai ser muito depois de ter ocorrido o problema.

Recomendação

Gosto e continuarei usando o Airbnb. Recomendo para todos, tomando  as devidas precauções, de preferência tendo na manga um plano B, seja um telefone de um contato, seja um hotel alternativo ou uma reserva de dinheiro para eventualidades.
Arnaldo Gunzi
nov/2015

Um comentário sobre “Airbnb 

  1. Pingback: Gentileza gera Gentileza  | Forgotten Lore

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