Better Call Saul

De todas as séries e filmes que assisti nos últimos 10 anos, Better Call Saul, que chegou ao último capítulo ontem, é a minha favorita.

É uma série artisticamente bonita e repleta de tramas extremamente bem amarradas. Detalhes que podem parecem insignificantes, como uma tampa de uma garrafa de tequila caindo de um caminhão, na verdade carregam toda uma simbologia de ascensão e queda, por exemplo. Não é como as séries normais, que facilmente contém inconsistências internas ou erros grosseiros de continuidade.

Eu considero Better Call Saul melhor do que a predecessora, Breaking Bad.

Isso sem contar atuações impecáveis de Bob Odenkirk (Saul Goodman), Rhea Seehorn (Kim Wexler) e conhecidos da era Breaking Bad, como Giancarlo Esposito (Gustavo Fring) e Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks).

Uma crítica comum é que a série é lenta demais. Podiam passar capítulos em que praticamente nada acontecia. Isso é verdade, é necessária uma certa paciência para extrair o melhor da jornada de Jimmy McGill a Saul Goodman. Para mim, pelo contrário, essa era uma das vantagens de Better Call Saul. Cada capítulo era como um jogo de xadrez, movendo peças uma a uma, de forma consistente, até chegar finalmente ao clímax, capítulos depois. Além do que uma série boa de verdade não precisa de duas reviravoltas forçadas a cada capítulo.

De qualquer forma, agradeço aos criadores e atores por essa história incrível, da qual desfrutei de cada minuto, e recomendo fortemente para quem quiser assistir uma boa série.

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