Arábia Saudita – o Poder da Geografia

Minhas notas, capítulo sobre a Arábia Saudita, do livro “O Poder da Geografia”, de Tim Marshall.

O nome do país é composto de duas partes, Arábia e Saudita.

Saud é o nome de uma família, que controlava uma região menor. A região foi vastamente expandida há uma centena de anos. Se o país é o nome de uma família, o que acontece a quem não é da Casa de Saud?

Os Saudis fazem a política, e outro grupo, Wahabis, a religião. Ambos expandiram região de influência, agregandos outros emirados menores. Isso explica a tensão que existe atualmente.

Atualmente, há 34 milhões de pessoas, religião islâmica sunita.

A Arábia Saudita cobre grande parte da península arábica. Não há muito mais do que petróleo e areia. É uma área desértica, que chega a 50 graus na sombra. É o país com a maior extensão do mundo sem um rio. Terras altas a leste, onde ficam cidades mais importantes. Ao sul, montanhas.

Nos anos 1700, a família Saud transformou o berço do estado saudita em um mercado florescente, ganhando força regional.

Fizeram um pacto com o clã Wahab. Saud domina a política, Wahab, a religião.

Para cimentar relações, casamentos.

A aliança foi se expandindo, conquistando outras regiões.

É uma das sociedades mais restritas do mundo moderno.

Perderam controle após invasão dos otomanos, em 1818. O reinado foi destruído, e foi sendo reconstruído até a retomada de Riad, em 1824.

Outra ponto baixo foi em 1890, ao perder o controle de Riad, para família Rashid. Desapareceriam da história, não fosse Abdulaziz bin Abdul Rahman Al Saud. Em 1901, sucedeu o pai, como líder da família Saud. Depois, liderou a reconquista da região e fundou o estado da Arábia Saudita em 1932.

Após a descoberta de óleo, acordos com britânicos garantiram a posição dos Saud.

Ele também arranjou casamentos com representante de todos emirados, da onde nasceram centenas de filhos, e uma rede de familiares que domina a região até hoje.

Na época da Segunda Guerra, os sauditas fizeram um acordo com os EUA. Os EUA teriam acesso ao petróleo, e a Arábia Saudita teria apoio americano para garantir as fronteiras.

Após uma rebelião com a tomada de um mosteiro em 1979, houve um encrudescimento em ativismo religioso. Aumento da participação da religião, wahabismo reforçado, mulheres com menor participação na vida social.

O petróleo financia um enorme estado de bem estar social. O óleo fundamenta as relações modernas da Arábia Saudita.

Há uma preocupação enorme no que fazer após o petróleo.

Alguns projetos incluem uma cidade autônoma, para 2030. Diversificação de investimentos: investem em startups, como a Tesla.

O maior consumo de energia é com ar condicionado. Estimativa de ser responsável por 70 por cento da energia.

Estimativa de 4/5 de uso da água, que deve acabamos em 2030. Óleo subsidia, mas sem água não tem como. Plantas de dessalinização precisam de muita energia. O fundo soberano está comprando áreas em outros países.

Como investir equilibrando os polpudos subsídios de hoje?

O que será da Arabia saudita quando acabar o petróleo?

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O Poder da Geografia – Irã

Minhas notas do capítulo sobre o Irã, do livro “O Poder da Geografia”, de Tim Marshall.

Na história, o Irã sempre foi conhecido como Pérsia, mas foi renomeada em 1935 para tentar representar minorias não persas.

Formado por áreas montanhosas e desérticas.

Persas são a maioria da população, mas há curdos, azerbaijãos, armênios, árabes e outras minorias.

Tendência a ter governo central forte para reprimir esses vários grupos.

Sobre área desértica, outra característica é a falta de água. Há apenas um rio navegável.

O Irã possui a quarta reserva de óleo do mundo. Porém, os equipamentos existentes são extremamente ineficientes, com a dificuldade adicional de existirem sanções internacionais ao país.

A energia, petróleo, é a principal produto de exportação.

O Irã atual é cheio de problemas, mas a sua história é gloriosa. A Pérsia era uma nação líder em tempos antigos.

O primeiro império persa envolveu figuras como Ciro, Dário e Xerxes, que provocaram guerras com a Grécia.

Depois disso, houve uma série de invasores, alternando impérios persas. Alexandre, o Grande. Roma. Mongóis de Gênghis Khan. Tamerlão. Turcos otomanos. Russos. Britânicos.

Após a descoberta de óleo, na Primeira Guerra, os britânicos se asseguraram de que teriam preferência para exploração, o que levou a várias trocas de poder no local – e foi essa a época da troca do nome para Irã.

Depois da Segunda Guerra, russos e britânicos exploraram a região, assegurando o óleo.

Na época da Guerra Fria, os EUA e britânicos ajudaram uma das facções iranianas a chegar ao poder, temendo que este se tornasse um país comunista.

Na revolução que ocorreu em 1979, o Aiatolá Khomeini chegou ao poder, perseguindo adversários, minorias, tolhendo liberdades.

Após a revolução, os EUA deram preferência ao Iraque, criando um estado xiita à leste do Irã (que é sunita).

A guerra Irã-Iraque, nos anos 80, durou 8 anos, 1 milhão de mortes e terminou sem alterar nada.

Após a morte de Khomeini, os sucessores continuaram a governar com mão de ferro.

Mais atualmente, o presidente Mahmoud Ahmadinejad continuou turbulência política. Aumento de isolamento e piora econômica.

Nos últimos 40 anos, também é relevante citar o desprezo a judeus e a Israel.

Atualmente, a economia continua afundando, com inflação e desemprego em alta.

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