Super Square One

O cubo Super Square One é o da foto:

É primo do Square One, já mostrado anteriormente aqui (https://ideiasesquecidas.com/2020/08/06/como-resolver-o-square-one-parte-1/)

O método de resolução é bastante similar ao Square One.

Se eu pegar a camada de cima e a de baixo, vou ter o Square One. Se considerar apenas as camadas do meio, também. Doravante, vou chamar de camadas de fora e camadas do meio.

Exemplo: este é o “movimento translado” nas camadas de fora.

E este é o “movimento translado” nas camadas do meio:

Movimento base, em todas as camadas:

A única dificuldade que encontrei foi a de reconhecer as peças das camadas do meio. Isso porque elas não têm a marcação de cor superior e inferior.

É mais ou menos simples resolver esse problema. Basta arrumar primeiro as camadas de fora, e depois, comparar a peça com a posição que ela deveria estar, na camada de fora. Assim, dá para reconhecer se ela deveria estar na camada 2 ou na camada 3.

Este cubo também pode mudar a forma, assim como o Square One.

Aqui, encontrei uma limitação. Consigo chegar na posição “chave”, mas não consigo avançar. Chega uma hora que este cubo não gira mais, talvez algum defeito de projeto. Não quis forçar, porque se ele desmontar, nunca mais consigo remontar.

Em resumo. O Super Square One é fácil de resolver, sabendo mexer no Square One. A única dificuldade é reconhecer as peças do meio, que é facilmente resolvido comparando com a camada de fora arrumada.

Veja outros cubos mágicos aqui:

https://ideiasesquecidas.com/cubos-magicos/

https://ideiasesquecidas.com/2016/01/20/dissecando-o-x-cube/

Naval sobre startups

Algumas reflexões interessantes de Naval Ravikant, empreendedor e investidor, sobre startups.

Pessoas com mentalidade de fundador não conseguem descansar quando um problema ou oportunidade é identificado.

A mentalidade de fundador significa não ligar para quem leva o crédito.

Há demanda global ilimitada pela mentalidade de fundador.

As startups não morrem quando acaba o dinheiro, mas quando acaba a energia dos fundadores.

Na corrida olímpica das startups, o primeiro lugar consegue o monopólio, o segundo consegue uma medalha, e não há terceiro lugar.

Antes de procurar um produto ideal para o mercado, assegure que tem paixão pelo produto. É uma longa jornada.

Empreendedores procuram pela “ideia”, a isca que os prendem pelos próximos 5 anos. Em que prisão você gostaria de estar? O que você ama fazer?

Quando construindo uma startup, a microeconomia é fundamental e macroeconomia é entretenimento.

Investidores têm incentivos diferentes que os fundadores.

O que um investidor procura num grande fundador é comportamento irracional, que o próprio investidor não faria. Ex. Trabalhar 80 horas por semana por 10 anos, risco de quebrar, diversificação zero.

A última frase acima me lembra um pensamento de Napoleon Hill: “Quando um homem deseja algo tão profundamente a ponto dele arriscar a sua vida inteira em um único número na roleta da vida, ele certamente vencerá”.

Veja também:
https://ideiasesquecidas.com/2020/02/29/como-ficar-rico-sem-ter-sorte/

Por que a complexidade computacional da fatoração de números inteiros é exp(raiz(N))?

Computação e Informação Quântica

Fatorar um número inteiro significa encontrar os fatores primos deste.

Exemplos: 15 = 3*5, ou 187 = 11*17

A fatoração tem duas características: é difícil de fazer, mas é fácil de checar se uma solução é válida.

Exemplo: Quais os fatores primos de 3127?

Um método possível para encontrar os fatores do número N é testar todas as alternativas até raiz(N). Ou seja, dividir 3127 por 2, 3, 5, 7, 9, até raiz(3127) ~= 55.

Com isso, chegamos que 3127 = 53*59. E é fácil checar que 59 é um dos fatores de 3127, basta fazer a divisão.

A fatoração de números inteiros (ou melhor, a dificuldade em fazê-lo) é a base de toda a criptografia moderna.

O número grande (digamos 3127) é a minha chave pública com a qual o emissor da informação faz a codificação. Para decodificar, preciso da chave privada (53 e 59). E a segurança baseia-se…

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Por que escrever artigos, blogs e posts no IN?

As minhas razões são: para ensinar… e, principalmente, para aprender!

Ler e ouvir um conceito apresenta uma retenção de 20% do conhecimento. Já praticar e ensinar, 95%. É a “Pirâmide do Aprendizado”.

Tente ensinar também, seja através de posts ou aulas voluntárias. Não é tão fácil quanto parece.

Um pequeno guia para uma boa escrita:

  • O conteúdo agrega valor ao leitor?
  • A narrativa está coerente? Coloque-se no lugar de quem está lendo.
  • Gramática correta, sem palavras redundantes, linguagem simples, com figuras ilustrativas.
  • O toque pessoal é fundamental. Não estamos aqui para repassar ideias de outrem, mas para adicionar uma pitada da sua própria receita.

Faz sentido? O que mais é interessante considerar?
Postar nos comentários.

Steve Jobs em quadrinhos

O brilhante fundador da Apple foi um dos responsáveis pelo mundo que vivemos atualmente: foi um dos primeiros a comercializar o computador pessoal, revolucionou a indústria da música, da animação para o cinema, os telefones celulares, o tablet…

Há algumas dezenas de livros diversos, filmes e vídeos no Youtube.

A seguir, algumas adaptações no formato de quadrinhos.

Steve Jobs – Gênio do Design

Da lista apresentada, é o que mais gosto: desenhos simples e bonitos, um bom resumo de sua história.

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Steve Jobs – Insanamente genial

É uma adaptação um pouco mais simples.

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O Zen de Steve Jobs – focado em uma faceta de sua vida, a interação com um mestre Zen que ele conhecera em sua adolescência.

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A versão a seguir, em mangá, é a única que não tenho.

A autora é Mari Yamazaki.

Pelo que pesquisei e conversei com amigos, não há scans, nem versão Kindle. Só a versão física, em papel, e em japonês!

Não compensa pagar com a cotação do real valendo nada e esperar quase meio ano para ver um mangá em japonês… Quem tiver sugestões, favor colocar nos comentários.

Dá para ler um pouquinho aqui:

https://www.tecmundo.com.br/steve-jobs/37943-leia-o-primeiro-capitulo-do-manga-inspirado-na-vida-de-steve-jobs.htm

Qual a utilidade de uma inovação?

James Maxwell apresentou sua teoria do eletromagnetismo em 1864, predizendo que campos elétricos e magnéticos poderiam viajar pelo espaço numa onda eletromagnética.

Em 1882, a academia de ciências de Berlim propôs um prêmio, para quem conseguisse bolar um experimento que comprovasse as teorias de Maxwell.

Anos depois, Heinrich Hertz bolou um transmissor e receptor de ondas, provando ao mundo a existência das ondas eletromagnéticas.

Perguntaram qual a utilidade. Ele respondeu: “Não tem utilidade nenhuma. É apenas um experimento científico, uma curiosidade”.

O experimento sem utilidade de Hertz abriu caminho para a transmissão de ondas de rádio, as telecomunicações e todo o mundo moderno, nas décadas seguintes.

Uma inovação recém-nascida não tem utilidade imediata. É preciso tempo e cuidado para que esta mature e comece a gerar resultados, superando a geração atual.

Veja também:

https://ideiasesquecidas.com/2020/01/25/o-dilema-do-inovador/

A natureza probabilística, Heisenberg e o Eterno Retorno

Um dos resultados mais interessantes da física quântica é o de a natureza ser probabilística por princípio.

Até meados dos anos 1900, a física clássica reinava absoluta. Parecia explicar todos os fenômenos possíveis que ocorriam ao nosso redor.

A física clássica é determinística por natureza. As Leis de Newton, num espaço e tempo absolutos, governavam os movimentos de todos os corpos.

Isso levou o matemático Pierre de Laplace a pensar num “computador” ou “demônio de Laplace”. Se eu souber a posição e velocidade de todos os átomos do universo e jogar neste computador, poderei utilizar as leis de Newton para calcular a posição futura de tudo: todos os corpos do universo, todas as colisões, explosões e interações entre partículas.

Mais ainda. As Leis de Newton são reversíveis. Não há nenhuma seta do tempo, dizendo o que é passado ou futuro. Se eu filmar uma bola de bilhar batendo em outra, e reproduzir o filme ao contrário, vou ter outra interação possível entre corpos.

Deste modo, o computador de Laplace poderia calcular todo o futuro, e todo o passado, a partir do tempo presente.

O cálculo tradicional de probabilidades apenas reflete a nossa ignorância. Num jogo de cara ou coroa, por exemplo, se soubéssemos exatamente as interações de cada átomo da moeda, do ar, e as forças aplicadas, poderíamos predizer com certeza o resultado cara ou coroa. Só não conseguimos porque não sabemos as variáveis.

Outra ideia é a do Eterno Retorno, do filósofo Friedrich Nietzsche. Se existe uma quantidade de átomos finita, eles podem se recombinar de maneira finita (embora o número de combinações seja estratosférico, mas finito). Num tempo infinito (e o infinito é muito, muito grande), um dia a configuração de todos os átomos do universo será exatamente igual à configuração de hoje. Jogando no computador de Laplace, todo o presente vai se repetir exatamente da mesma maneira, por incontáveis ciclos, pela eternidade…

Um pouco de cultura pop: a série Dark explora o Eterno Retorno, com uma história completamente insana de pessoas viajando para o futuro e para o passado, tendo filhos que serão os seus próprios pais, encontrando os seus “eus” antigos, em ciclos que se repetem infinitamente.

Para furar o ciclo do Eterno Retorno, o Princípio da Incerteza de Heisenberg.

Em meados de 1900, algumas rachaduras na física clássica levaram à física quântica, que é o modelo que melhor descreve o mundo desde então: o problema da radiação do corpo negro, o efeito fotoelétrico, entre outros.

O Princípio da Incerteza é um dos pilares deste novo conhecimento. Este diz que não é possível saber ao mesmo tempo a posição e a velocidade (momento) de uma partícula, com uma precisão menor do que uma constante (a constante de Planck). Se eu sei a posição, perco precisão no momento, e vice-versa.

Para medir uma partícula subatômica, é necessário jogar uma luz, um fóton sobre este. A energia do fóton muda a posição e momento da partícula, de modo que a observação muda o experimento.

Isso de o observador mudar o experimento dá margem à várias interpretações exotéricas exploradas em cursos de autoajuda e afins: a consciência altera a realidade, basta desejar que o universo se molda em conformidade, etc. Menos… Uma coisa é mudar um partícula subatômica, outra, o universo!

Apesar de Werner Heisenberg ser uma pessoa real, talvez ele seja mais conhecido hoje, na  cultura pop, como o codinome de Walter White, da série Breaking Bad.

Pensando em elétrons nas camadas de um átomo, é como se fosse abelhas numa colmeia. Temos uma nuvem de probabilidades de encontrar uma determinada abelha ao redor da colmeia, porém não dá para dizer exatamente onde ela vai estar em dado momento.

Portanto, a natureza é probabilística. No menor nível de decisão possível, não vamos saber exatamente onde está o elétron, ou o fóton, ou qualquer outra partícula elementar. Este pode estar numa infinidade de lugares, vez por outra até atravessando barreiras de energia impossíveis de serem transpostas (que é o princípio do microscópio de tunelamento eletrônico).

Nem o computador de Laplace, com capacidade de computação infinita, conseguiria prever todo o futuro, pois há uma quantidade infinita de possibilidades.

Ao assumir a física quântica como pilar da ciência moderna, o Eterno Retorno fica sendo um conceito mais distante.

E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: “Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência – e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez – e tu com ela, poeirinha da poeira!

Nietzsche em Gaia a ciência

Veja também:

https://ideiasesquecidas.com/2019/08/23/mundo-bizarro/

https://ideiasesquecidas.com/2020/02/19/jogando-xadrez-com-deus/

https://ideiasesquecidas.com/2020/06/14/efeito-borboleta-a-roda-da-fortuna-e-as-moiras/

5 contos do Budismo

Alguns pequenos contos, para reflexão.

Carregar a mulher

Dois monges andavam pela floresta, quando avistaram uma mulher elegantemente vestida. Ela queria atravessar um riacho, porém, não queria sujar a roupa.

O monge mais velho colocou-a em suas costas e atravessou o rio, deixando-a do outro lado.

Passadas várias horas, o monge mais novo não aguentou o incômodo, e perguntou:

Mestre, temos um voto de castidade. É perigoso carregar nos braços uma mulher, ainda mais uma tão bonita. Isso pode incitar nossos desejos. Por que fez isso?

A que ele respondeu, calmamente: eu deixei a mulher do outro lado do rio. Você vem carregando-a em sua mente, desde então. O que é mais perigoso?

O que o peixe sabe

Um monge disse para o outro: aquele peixe está feliz.

Segundo monge: E como você sabe que ele está feliz?

Primeiro monge: E como você sabe que eu não sei que ele está feliz?

Segundo monge: E como você sabe que eu não sei que você não sabe que ele está feliz?

O monge na árvore

Um monge tinha o costume de meditar sobre uma árvore.

A fim de zombar do monge, um viajante dirigiu-lhe a palavra:

Viajante: É perigoso para um senhor de idade ficar em cima de uma árvore, não?
Monge: Quem corre perigo de verdade é você, que não está buscando o caminho da iluminação.

Percebendo que o monge não era qualquer um, o viajante resolveu perguntar num tom mais sério.

Viajante: Qual a essência do Budismo, em poucas palavras?
Monge: Faça o bem e deixe de fazer o mal.


Viajante: Ora, só isso? Uma criança de três anos consegue entender…
Monge: Sim, uma criança de três anos entende. Porém, um ancião de 80 anos não consegue fazer.

Após o diálogo, o viajante tornou-se um discípulo do monge.

Você só sabe reclamar

Um das correntes do Zen tem práticas severas a respeito do silêncio. O praticante pode falar apenas duas palavras em 10 anos.

Um praticante ficou em silêncio, por 10 anos. Quando chegou sua vez, ele disse:

  • Cama dura.

Por mais 10 anos, ele praticou o silêncio. Quando pôde falar, as palavras foram:

  • Comida ruim.

Mais 10 anos se passaram, 30 anos no total, e dessa vez suas palavras foram:

  • Eu desisto.

O Mestre retrucou com o sinal de Ok, e exclamou:

  • Só reclama!

Um monge sonhou que era uma borboleta

Quando ele acordou, pensou: será que eu sou um monge que sonhou que era uma borboleta, ou eu sou uma borboleta sonhando que sou um monge?

Ou eu sou uma borboleta sonhando que é um monge que está sonhando que é uma borboleta?

Trilha sonora: Susan Boyle- I dreamed a dream

Dicas para criar conexões de qualidade

Esta é uma pergunta recorrente. Não sou expert no tema, e gostaria da ajuda dos meus contatos nesta rede para mais dicas.

  • Não peça, dê. Crie conteúdo de valor, que ajude os outros. Tem gente que pede conexão e, no minuto seguinte, já pede indicações ou quer vender algo. Qual a chance de uma abordagem assim dar certo?
  • Procure por grupos e temas de interesse. Veja quem é ativo em sua área. Peça conexão com um nota educada.
  • Pergunte por conselhos e dicas – é mais fácil para contatos já conhecidos
  • Na época pré-pandemia, marcar almoço ou café para um bate-papo (sem pedir coisas)
  • Uma coisa que notei: um post viraliza quando é algo positivo, que as pessoas têm orgulho de compartilhar

Como diria o filósofo Immanuel Kant: não use as pessoas como meio, e sim, como um fim em si mesmas.

Como resolver o Square One – Parte 3

Dando continuidade a post anterior, https://ideiasesquecidas.com/2020/08/06/como-resolver-o-square-one-parte-1/, e https://ideiasesquecidas.com/2020/08/08/como-resolver-o-square-one-parte-2/ segue uma lista de algoritmos.

Um truque simples, para aquecer. É um movimento para trocar meio layer.

Agora com algoritmos que mexem na forma do cubo.
Note que há várias formas que o SquareOne pode assumir. O objetivo dos movimentos abaixo é fazer ele ficar no formato de cubo.

A forma mais simples, e chave para as demais, é o que chamei de Posição Chave.


Outra comum é a “forma de pata”, do vídeo abaixo.

O inverso da forma de pata:

Esta forma é mais complexa.
Chave e Quadrado:

Desfaz chave e quadrado:

Deve-se decorar as formas mais comuns mostradas acima.

A lógica é a seguinte: mexer o cubo até chegar em alguma forma reconhecível acima. Sabendo resolver as posições mostradas, facilita demais a vida.

Algoritmo de paridade

Este é para os casos em que ocorre uma “paridade impossível”, do tipo mostrado na figura.

É um movimento bem complexo, talvez até demais – não consegui achar um mais simples.
A instrução é fazer o movimento, chegar até a posição chave, e resolver o cubo.

Colocando tudo junto, os passos para resolver o Square One são:

  • Via algoritmos de forma, faça este ficar com a forma de cubo.
  • Resolver os cantos, utilizando o algoritmo troca cantos como auxílio, quando rotações simples não são possíveis.
  • Resolver as laterais, com movimentos como o básico I e II, troca 2 laterais, etc
  • Se a paridade não der certo, utilizar o movimento para acertar a paridade

Os movimentos mostrados são suficientes para resolver o SquareOne, com folga.
Também é necessário muita prática, para aprender a reconhecer os padrões e conseguir utilizar plenamente as dicas colocadas.

Vale também mexer no simulador do site Ruwix (https://ruwix.com/online-puzzle-simulators/square-1-simulator.php).

Boa diversão.

Como resolver o Square One – Parte 2

Dando continuidade a post anterior, segue uma lista de algoritmos para ajudar a resolver o SquareOne.

A ideia é criar movimentos que mexam com o menor número possível de peças, a fim de conseguir criar um padrão compreensível. É a mesma lógica de “movimento invariante” de outros cubos: mexo, volto e vou anotando os efeitos.

Os movimentos básicos, no começo, serão compostos de forma a chegar a movimentos mais complexos no final desta seção.

Até agora, vamos mostrar apenas movimentos que não variem a forma do cubo. No próximo post, vamos mexer na forma.

Mov Base I

Vídeo no Youtube:

Mov Base II

Mov Troca Layers

Mov Translado

Esse movimento fica mais claro se isolar somente as peças que se movem:


Mov Translado -1

É a mesma coisa, mas ao contrário – aliás, todos os movimentos descritos aqui têm a versão inversa, e dominá-las pode ser muito útil.


Mov Troca 2 simples

Mov Troca 2 lateral

Mov Troca 4 laterais

Mov Troca 4 cantos

Este movimento é importante para arrumar as peças dos cantos.

Mov Troca 3 laterais

Posição triangular

Quando as peças laterais estiverem numa situação como a da figura, basta um movimento UR para transformar essa posição em outra que dê para aplicar o movimento Troca 3 laterais ou algum dos truques acima.

Há um número infindável de combinações possíveis, então cada caso vai ser diferente. Porém, essa é a ideia: dominar os movimentos básicos acima, e transformar este caso em alguma posição resolvível acima.

No próximo post, algoritmos de forma, e a seguir, como juntar todos os elementos.

Parte 3:

https://ideiasesquecidas.com/2020/08/09/como-resolver-o-square-one-parte-3/

Vide também:

https://ideiasesquecidas.com/2020/08/06/como-resolver-o-square-one-parte-1/

https://ideiasesquecidas.com/cubos-magicos/

https://ideiasesquecidas.com/2015/10/18/como-resolver-o-dodecaedro-magico-introducao/